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pomada cicatrizante
Estudantes de um colégio estadual de Casa Nova, no Sertão do São Francisco, desenvolveram uma pomada cicatrizante à base de plantas medicinais e resíduos orgânicos. A iniciativa foi desenvolvida pelas estudantes Lara de Carvalho, Mariane Santos e Mirela Rodrigues, do Colégio Estadual de Casa Nova e do Núcleo Territorial de Educação (NTE 10).
Com supervisão da professora Andréa Araújo, o projeto foi destaque na Feira de Ciências, Empreendedorismo e Inovação da Bahia (Feciba) e usa pinhão manso (jatropha curcas), faveleira (cnidoscolus quercifolius) e casca de banana (musa) na composição.
Segundo a Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), a ideia surgiu a partir da observação de experiências pessoais. A orientadora do projeto disse que os avós dos estudantes moravam em zona rural e não tinham acesso a medicamentos convencionais, por isso utilizavam os fitoterápicos.
Foi então que as estudantes tiveram a ideia de iniciar estudos sobre o poder curativo deste tipo de planta. Ainda segundo informações, entre os benefícios do produto destaca-se o baixo custo, possibilitando a fabricação e o comércio na região.
“Essa é uma fonte de renda indispensável para moradores do semiárido, afinal o acesso às plantas facilita a feitura”, explica Andréa, que acredita que a distribuição da pomada pode ajudar na disseminação do campo científico. “A visibilidade e valorização da vegetação geram mais investimentos às pesquisas realizadas na localidade” acrescentou a orientadora.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.