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pomada cicatrizante
Estudantes de um colégio estadual de Casa Nova, no Sertão do São Francisco, desenvolveram uma pomada cicatrizante à base de plantas medicinais e resíduos orgânicos. A iniciativa foi desenvolvida pelas estudantes Lara de Carvalho, Mariane Santos e Mirela Rodrigues, do Colégio Estadual de Casa Nova e do Núcleo Territorial de Educação (NTE 10).
Com supervisão da professora Andréa Araújo, o projeto foi destaque na Feira de Ciências, Empreendedorismo e Inovação da Bahia (Feciba) e usa pinhão manso (jatropha curcas), faveleira (cnidoscolus quercifolius) e casca de banana (musa) na composição.
Segundo a Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), a ideia surgiu a partir da observação de experiências pessoais. A orientadora do projeto disse que os avós dos estudantes moravam em zona rural e não tinham acesso a medicamentos convencionais, por isso utilizavam os fitoterápicos.
Foi então que as estudantes tiveram a ideia de iniciar estudos sobre o poder curativo deste tipo de planta. Ainda segundo informações, entre os benefícios do produto destaca-se o baixo custo, possibilitando a fabricação e o comércio na região.
“Essa é uma fonte de renda indispensável para moradores do semiárido, afinal o acesso às plantas facilita a feitura”, explica Andréa, que acredita que a distribuição da pomada pode ajudar na disseminação do campo científico. “A visibilidade e valorização da vegetação geram mais investimentos às pesquisas realizadas na localidade” acrescentou a orientadora.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Otto Alencar
"A única observação feita pelo senador foi que, historicamente, as chamadas chapas ‘puro-sangue’ não obtiveram êxito eleitoral".
Disse o senador Otto Alencar (PSD) ao criticar a possibilidade de formação de uma “chapa puro-sangue” do PT na Bahia e fez referência ao histórico eleitoral desse tipo de composição, citando as eleições de 2006, quando uma chapa majoritária ligada ao carlismo acabou derrotada.