Artigos
A matemática do segundo turno
Multimídia
"Lula vai ganhar essa eleição porque virou na rede social e ocupou as ruas", afirma Luiz Caetano
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
politica ambiental
O candidato ao governo da Bahia Ronaldo Mansur (PSOL) defendeu o fortalecimento dos órgãos de fiscalização ambiental e criticou a atuação do governo estadual durante sabatina na TV Aratu. Para ele, a Bahia vive uma “verdadeira tragédia ambiental”. Em resposta a pergunta do editor-chefe do Bahia Notícias, Fernando Duarte, sobre a situação da Baía de Todos-os-Santos, o candidato citou o bloqueio judicial de mais de R$ 300 milhões de empresas responsabilizadas pela contaminação da região.
Segundo Mansur, comunidades tradicionais estão entre as mais afetadas. “A maioria dessas pessoas que são atingidas são pessoas pretas, são pessoas quilombolas”, afirmou, ao citar moradores da Ilha de Maré, Ilha de Paramana e Ilha de Bom Jesus.
O candidato também criticou o governador Jerônimo Rodrigues (PT) e o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), pela condução das questões ambientais. Para enfrentar o problema, Mansur prometeu reforçar o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema). O candidato ainda afirmou que pretende mudar a composição do secretariado caso seja eleito. "Secretários incompententes, como esse, não farão parte do meu quadro de governo", afirmou.
Na relação com empresários, Mansur disse que não pretende flexibilizar normas ambientais para facilitar investimentos. “A relação que nós teremos com os empresários será uma relação dentro da lei. O empresário que quiser investir na Bahia, ele será bem-vindo. Agora terá que cumprir as leis ambientais”, acrescentou.
Mansur reforçou que a proteção ambiental será prioridade em seu eventual governo. “Nós não iremos afrouxar um milímetro para agradar o empresariado. Em primeiro lugar está o meio ambiente”, concluiu.
ASSISTA:
Após o presidente Jair Bolsonaro insinuar, sem apresentar provas, que Leonardo DiCaprio estaria envolvido em queimadas na Amazônia (clique aqui e saiba mais), o ator Mark Ruffalo defendeu o colega e criticou a postura do governo brasileiro.
“Bolsonaro e sua turma usam como bode expiatório as mesmas pessoas que protegem a Amazônia dos incêndios que ele próprio permitiu que acontecesse”, comentou o artista em suas redes sociais. “Pergunte a si mesmo: o que mudou recentemente no Brasil para que isso aconteça agora? Bolsonaro e suas políticas (não) ambientais”, questionou o ator.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"Não dá para jantar antes de almoçar".
Disse o presidente do PL na Bahia, João Roma ao avaliar que a oposição na Bahia saiu fortalecida no primeiro turno das eleições, com a eleição de nomes importantes e o crescimento dos votos de Flávio Bolsonaro no estado. Em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na Antena 1 Salvador (100.1), o candidato ao Senado Federal negou, no entanto, que já haja negociações em torno da ocupação de cargos em um eventual governo de Flávio.