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Walter Viterbo da Silva Neto
Lula aos 81 anos: estresse, saúde mental e mais quatro anos na Presidência
Foto: Acervo pessoal

Lula aos 81 anos: estresse, saúde mental e mais quatro anos na Presidência

O desafio pode fazer bem. O risco está na pressão sem recuperação — e isso vale para qualquer pessoa que trabalhe sob grande exigência depois dos 80.

Multimídia

Cezar Leite afirma que título a Flávio Bolsonaro sofreu ataques por causa das eleições

Cezar Leite afirma que título a Flávio Bolsonaro sofreu ataques por causa das eleições
O vereador de Salvador Cezar Leite (PL) atribuiu a repercussão da entrega do Título de Cidadão Soteropolitano ao senador Flávio Bolsonaro (PL) ao cenário eleitoral. Em entrevista ao Projeto Prisma, do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (26), ele comparou a homenagem a outras concedidas a figuras nacionais e criticou a tentativa de barrar a solenidade na Justiça.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

pnad

Desemprego entre mulheres negras jovens chega a 24,7%, aponta estudo
Foto: Christina Morillo / Pexels

As mulheres negras jovens continuam registrando os piores resultados em indicadores como taxa de desocupação, informalidade, desalento e rendimento no mercado de trabalho. Isso é o que aponta o relatório da Rede Multiatores MUDE com Elas, elaborado pelo Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (Ceert), a partir de dados da PNAD Contínua 2025, pesquisa do IBGE que analisa o mercado de trabalho no país. 

 

O estudo, divulgado pela Agência Brasil, nesta sexta-feira (5), indica que, mesmo com melhorias em índices de educação formal e renda, ainda existem desigualdades estruturais no mercado de trabalho brasileiro para mulheres com idades entre 14 e 29 anos.  

 

Entre os 14 e os 17 anos, a taxa de desocupação de mulheres negras chega a 24,7%, índice 1,4 vez superior à dos homens brancos da mesma faixa etária. Na faixa de 18 a 24 anos, apontada pelos pesquisadores como momento-chave de transição entre escola e trabalho, a desigualdade se intensifica para uma desocupação de 16,5% para elas, 1,6 vez maior do que a dos homens brancos.

 

O segmento posterior, entre 25 e 29 anos, tem uma taxa de desocupação de mulheres negras de 10,3%, quase o dobro da observada entre mulheres brancas e 2,8 vezes a dos homens brancos.

 

O resultado destaca que o território também influencia diretamente as oportunidades, pois moradoras de regiões periféricas enfrentam maiores obstáculos relacionados à mobilidade urbana, acesso à infraestrutura, qualidade dos serviços públicos e redes profissionais.

 

RENDA E TRABALHO FORMAL
A diferença também se reflete na renda e no acesso ao trabalho formal. Em 2025, o rendimento médio das mulheres negras correspondeu a apenas 46,5% do rendimento dos homens brancos, uma diferença de 53,5% que permanece praticamente inalterada nos últimos anos.

 

A informalidade entre jovens negras é de 39,1%, cerca de 10% acima da registrada entre jovens brancas. O único segmento mais fragilizado nesse indicador é o dos jovens homens negros, para os quais esse índice chega a 44,2%.

 

As dificuldades se refletem no desalento, que é a condição de quem desiste de procurar trabalho. As mulheres negras são 38,7% dos jovens desalentados do país, enquanto os homens negros somam 36,1%. Na faixa de 25 a 29 anos, a participação das mulheres negras atinge 44,2%.

 

Quando a análise recai somente sobre a Região Metropolitana de São Paulo, a desigualdade se repete: jovens mulheres negras recebem, em média, R$ 2.236, enquanto homens brancos chegam a R$ 3.926. Entre 25 e 29 anos, a desigualdade aumenta, com rendimentos de R$ 2.569 para mulheres negras e R$ 5.323 para homens brancos.

Taxa de desemprego em 5,6% repete recorde histórico, com crescimento da população ocupada em todo o país
Foto: Dênio Simões/Agência Brasília

Assim como havia ocorrido no trimestre encerrado em julho, a taxa de desemprego no Brasil medida ao final de agosto repetiu o percentual de 5,6%, o menor registro da série histórica iniciada em 2012. O indicador recuou nas duas comparações: -0,6 ponto percentual frente ao trimestre anterior (6,2%) e -1 ponto percentual em relação ao mesmo trimestre de 2024 (6,6%).

 

Os números foram apresentados nesta terça-feira (30) pelo IBGE, por meio do seu levantamento da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios). 

 

Segundo o IBGE, a população ocupada em todo o país, de 102,4 milhões de trabalhadores, cresceu nas duas comparações: 0,5% (mais 555 mil pessoas) no trimestre e 1,8% (mais 1,9 milhão) no ano.

 

Já o contingente de pessoas desocupadas, de 6,084 milhões, atingiu o menor patamar da série histórica medida pelo IBGE agora no trimestre junho-julho-agosto. A Pnad Contínua mostra que houve recuo nas duas comparações em relação às pessoas desocupadas: -9% (menos 605 mil de pessoas) no trimestre e -14,6% (menos 1 milhão de pessoas) no ano.

 

Outro recorde medida pela Pnad Contínua diz respeito ao número de empregados com carteira assinada no setor privado: os 39,1 milhões de empregados é o maior número desde o início da série histórica, com estabilidade no trimestre e alta de 3,3% (mais 1,2 milhão de pessoas) no ano.

 

Já o número de empregados sem carteira no setor privado (13,5 milhões) ficou estável no trimestre e recuou 3,3% (menos 464 mil pessoas) no ano.

 

O IBGE também apurou que o rendimento real habitual de todos os trabalhos (R$ 3.488) ficou estável no trimestre e cresceu 3,3% no ano. Já a massa de rendimento real habitual (R$ 352,6 bilhões) cresceu em ambas as comparações: 1,4% (mais R$ 4,9 bilhões) no trimestre e 5,4% (mais R$ 17,9 bilhões) no ano.

 

A taxa de informalidade foi de 38% da população ocupada (ou 38,9 milhões de trabalhadores informais) contra 37,8 % (ou 38,6 milhões) no trimestre anterior e 38,9% (ou 39,1 milhões) no trimestre encerrado em agosto de 2024.

 

De acordo com o IBGE, a população ocupada (102,4 milhões) cresceu nas duas comparações: 0,5% (mais 555 mil pessoas) no trimestre e 1,8% (mais 1,9 milhão) no ano.
 

Taxa de desemprego no país cai para 5,6% no trimestre encerrado em julho e bate novo recorde histórico
Foto: Divulgação Agência Brasília

A menor taxa de desocupação em um trimestre desde o início da série histórica da Pnad Contínua, em 2012, além de novo recorde na quantidade de trabalhadores ocupados e o registro do menor contingente de pessoas desocupadas desde o último trimestre de 2013.

 

Esses foram alguns dos resultados que mostram um momento de aquecimento do mercado de trabalho brasileiro, conforme divulgou o IBGE nesta terça-feira (16). Os números fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua relativa à situação do emprego no Brasil nos meses de maio, junho e julho deste ano.

 

Segundo o IBGE, a taxa de desocupação desse trimestre pesquisado caiu para 5,6%, a menor taxa da série histórica deste indicador. No último trimestre apurado, a taxa estava em 5,8%, e no anterior, em 6,2%. 

 

A diferença do último trimestre apurado em comparação com o mesmo período do ano passado mostra uma forte queda na desocupação no espaço de um ano. No trimestre maio-junho-julho de 2024, a taxa de desocupação estava em 6,8%, caindo em um ano para 5,6%.

 

No trimestre, a população desocupada caiu para 6,118 milhões, o menor contingente desde o último trimestre de 2013 (6,100 milhões). Já a população ocupada, ou seja, o total de trabalhadores do país, bateu novo recorde, chegando a 102,4 milhões. 

 

De acordo com a Pnad Contínua, o nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) manteve o percentual recorde: 58,8%. Além disso, o número de empregados com carteira assinada também foi recorde, chegando a 39,1 milhões.

 

A população fora da força de trabalho ficou em 65,6 milhões, mostrando estabilidade nas duas comparações. Além disso, a população desalentada caiu para 2,7 milhões, recuando 11,0% (332 mil pessoas a menos) no trimestre e mostrando redução de 15,0% (menos 475 mil pessoas) no ano. 

 

A alta da ocupação frente ao trimestre móvel anterior foi puxada por três dos dez grupamentos de atividade investigados pela PNAD Contínua: Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (2,7%, ou mais 206 mil pessoas), Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (2,0%, ou mais 260 mil pessoas) e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (2,8%, ou mais 522 mil pessoas).

 

No trimestre encerrado em julho, a taxa de informalidade chegou a 37,8%, ligeiramente menor que a do trimestre móvel anterior (38,0%) e inferior, também, à do mesmo período do ano passado (38,7%). No entanto, o total de trabalhadores sem vínculo formal (38,8 milhões) teve ligeira alta frente ao trimestre anterior (38,5 milhões) e ao mesmo período de 2025 (38,7 milhões). 

 

Na avaliação do mercado no setor privado, o número de empregados com carteira de trabalho assinada foi recorde (39,1 milhões), mostrando estabilidade no trimestre e crescendo 3,5% (mais 1,3 milhão de pessoas) no ano. O contingente de trabalhadores por conta própria (25,9 milhões) também foi recorde, crescendo 1,9% (mais 492 mil pessoas) no trimestre e 4,2% (mais 1 milhão) no ano. 

 

Em decorrência dos aumentos no número de trabalhadores e no seu rendimento médio, a massa de rendimento médio real também bateu novo recorde, chegando a R$ 352,3 bilhões e crescendo em ambas as comparações: 2,5% (mais R$ 8,6 bilhões) no trimestre e 6,4% (mais R$ 21,3 bilhões) no ano. Já o rendimento médio real habitual dos trabalhadores chegou a R$ 3.484, crescendo 1,3% no trimestre e 3,8% no ano. 
 

Desemprego sobe em fevereiro e chega a 6,8%, mas rendimento médio e carteira assinada batem recorde histórico
Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília

Depois de registrar o recorde histórico de 6,1% no trimestre de setembro a novembro de 2024, a taxa de desocupação subiu 0,7% e registrou 6,8% no período dezembro-janeiro-fevereiro. Apesar do mau resultado, a desocupação ficou 1,1% menor em comparação com o mesmo trimestre móvel do ano anterior (dezembro de 2023 a fevereiro de 2024), quando a taxa foi estimada em 7,8%.

 

Esses foram alguns dos resultados apresentados nesta sexta-feira (28) pelo IBGE, ao divulgar a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua) que avalia o mercado de trabalho no país. 

 

O estudo do IBGE revela que a população desocupada no Brasil cresceu 10,4% frente ao trimestre anterior, chegando a 7,5 milhões de pessoas. Esse contingente, no entanto, está 12,5% menor que o registrado no mesmo trimestre de 2024.

 

Já a população ocupada do país recuou 1,2% frente ao trimestre anterior e chegou a 102,7 milhões de trabalhadores. Entretanto, esse contingente ainda está 2,4% maior que o registrado no mesmo período do ano passado.

 

Um dos resultados positivos do estudo revela que o número de empregados com carteira de trabalho no setor privado chegou a 39,6 milhões, novo recorde da série histórica iniciada em 2012. Houve alta nas duas comparações da pesquisa: 1,1% (ou mais 421 mil pessoas com carteira assinada) no trimestre e 4,1% (ou mais 1,6 milhão de trabalhadores) no ano.

 

De acordo com a Pnad Contínua, o nível da ocupação (indicador que mede o percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) foi estimado em 58% no trimestre de dezembro de 2024 a fevereiro de 2025, apresentando uma redução de -0,8 ponto percentual frente ao trimestre de setembro a novembro de 2024 (58,8%). 

 

Em relação a igual trimestre do ano anterior, este indicador apresentou variação positiva (0,9%), quando o nível da ocupação no Brasil foi de 57,1%. 

 

O contingente na força de trabalho (pessoas ocupadas e desocupadas), no trimestre de dezembro de 2024 a fevereiro de 2025, foi estimado em 110,1 milhões de pessoas. Observou-se que esta população apresentou uma redução de -539 mil pessoas (-0,5%), quando comparada com o trimestre de setembro a novembro de 2024. 

 

Apesar do aumento da população desocupada, o rendimento médio mensal real habitualmente recebido em todos os trabalhos pelas pessoas ocupadas teve crescimento de 1,3% frente ao trimestre de setembro a novembro de 2024. Esse rendimento médio foi estimado em R$ 3.378, o que significa um crescimento de 3,6% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. 

 

Outro recorde na série histórica da pesquisa do IBGE foi verificado na massa de rendimento real habitual, que chegou a R$ 342 bilhões. Esse tópico do levantamento mostrou que foi mantida a estabilidade no trimestre. 
 

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Depois das eleições, o fogo amigo começou mais rápido do que eu imaginava. Enquanto isso, cada um se desobriga a ter coerência e vai tentar garantir o seu quinhão. Difícil tá a vida do Ferragamo, com o clima nos bastidores da prefeitura. Mas o lado do Cacique também não está tão tranquilo assim. E lógico que o primeiro alvo já foi definido. E nem o Correria escapa em Brasília. Já na Câmara, sobrou pra Mumu dizer amém pra Missa Filho. Só falta descobrir quanto tempo o clima de paz vai reinar. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Valdemar Costa Neto

Valdemar Costa Neto
Foto: Reprodução / CNN Brasil

"Não gostei".


Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior. 
 

Podcast

Projeto Prisma entrevista o vereador de Salvador Cezar Leite nesta segunda

Projeto Prisma entrevista o vereador de Salvador Cezar Leite nesta segunda
Foto: Projeto Prisma
O vereador de Salvador, Cezar Leite (PL), é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira (26). O programa é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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