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A Polícia Militar de Pernambuco (PMPE) divulgou na noite desta quinta-feira (17) uma nova nota oficial sobre a invasão ao centro de treinamento do Sport Club do Recife por integrantes de uma torcida organizada. A manifestação veio após declarações do presidente do Conselho Deliberativo do clube, Ademar Rigueira, que criticou o posicionamento inicial da corporação.
Anteriormente, Rigueira havia rebatido a versão da PM, que classificou a ação como "pacífica". "A Polícia relatar que não houve atos de violência é absurdo", disse o dirigente. Ele também afirmou que “não teve nenhum confronto, nenhuma atitude, mesmo que preventiva, da Polícia Militar, e eles chegaram após a invasão”.
Na nova nota, a PMPE alegou que "durante o período em que esteve no local, não houve qualquer solicitação por parte do Sport Club do Recife para atuação ou intervenção policial, sendo a segurança do Centro de Treinamento de responsabilidade exclusiva do clube".
A corporação também destacou a ausência de registro formal do caso. “O fato de não ter sido registrado boletim de ocorrência relacionado aos fatos compromete a apuração adequada de possíveis delitos”, afirmou a PM.
Segundo Rigueira, o clube ainda não registrou o boletim de ocorrência porque está utilizando imagens de segurança para identificar os responsáveis pela invasão. Ele informou que o Sport terá uma reunião com o Ministério Público na manhã desta sexta-feira (18), ocasião em que será solicitado a abertura de um inquérito.
A PMPE encerrou a nota lamentando "que o clube tenha permitido a entrada de integrantes de torcidas organizadas em suas dependências". O Sport, no entanto, nega ter autorizado o acesso dos torcedores e afirma que os invasores forçaram o portão de entrada, conforme mostram imagens das câmeras de segurança.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.