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Acusado de atirar e matar uma mulher em um posto de gasolina de Ilhéus, no Litoral Sul, o policial militar João Wagner Madureira se tornou réu no processo. O fato ocorreu após decisão do juiz Gustavo Henrique Almeida Lyra, da 1ª Vara do Júri da Comarca de Ilhéus, que aceitou uma denúncia do Ministério Público do Estado (MP-BA), informou a TV Santa Cruz.
Policial militar é flagrado por câmeras matando mulher em posto de gasolina em Ilhéus
— BN Municípios (@BNMunicipios) January 12, 2024
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João Wagner é acusado pela morte de Fernanda Santos Pereira, então com 23 anos. O crime aconteceu na madrugada do dia 11 de janeiro. Câmeras de segurança registaram o fato. Pela decisão, a defesa do policial tem dez dias para apresentar resposta. João Wagner segue preso no Centro de Custódia Provisória da Polícia Militar, em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador (RMS).
Por meio de nota, a defesa do PM afirmou que ele não conhecia Fernanda Santos e que a mulher estaria "descontrolada" no momento do confronto. Conforme o delegado Helder Carvalhal, o principal indicativo para motivação do crime é de ato fútil, uma vez que havia uma disputa pela chave de um apartamento.
Ainda segundo informações da polícia, o soldado foi ao posto de combustíveis recuperar a chave do apartamento de uma tia. Fernanda teria pegado a chave por achar que a mulher havia lhe roubado uma caixa de som.
Os dois passaram a discutir, o homem saca a arma, imobiliza a jovem e atira contra ela. A mulher chegou a ser socorrida pelo Samu, mas não resistiu aos ferimentos.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ciro Nogueira
"Tentam parar de todas as formas quem lidera as pesquisas de intenção de votos. Isso aconteceu comigo em 2018, faltando 15 dias para a eleição".
Disse o presidente nacional do partido Progressistas e senador piauiense Ciro Nogueira se pronunciou após ser alvo de uma operação da Polícia Federal (PF) que apura suposto envolvimento do parlamentar com o Banco Master, instituição ligada a um esquema de fraudes.