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O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) realizou alterações no Programa de Gerenciamento de Benefícios (PGB), com o objetivo de reduzir o tempo de tramitação de processos. Segundo o presidente do INSS, Gilberto Waller, a fila do programa passará por uma nacionalização, garantindo a otimização dos atendimentos. As novas regras foram publicadas no Diário Oficial da União.
“A ideia é que a força de trabalho das regiões com melhores indicadores possa atuar nos processos daqueles que estão esperando mais tempo. Além disso, nós focamos naqueles benefícios que possuem maior número de pessoas aguardando”, declarou o presidente. As informações são da Agência Brasil.
Informações divulgadas pelo Relatório da Fila, em outubro de 2025, apontam que o tempo médio para a concessão de benefícios foi reduzido para 35 dias, após alcançar um pico de espera com média de 64 dias, em março do ano passado.
De acordo com Waller, o esforço será concentrado nos benefícios com maior número de pessoas aguardando. “Essa é a prioridade para a gente atacar essa fila de verdade: tais como os casos do BPC (Benefício de Prestação Continuada) e os benefícios por incapacidade. Isso representa quase 80% da nossa fila e esses são aqueles que vamos atacar prioritariamente”, afirma.
GERENCIAMENTO DE BENEFÍCIOS
Criado por meio da Lei 15.201/2025, o PGB tem como objetivo acelerar a revisão de benefícios do INSS e reduzir a fila de espera nos processos, por meio de bonificação de peritos e servidores do INSS, por atividades além da capacidade habitual.
Foram estabelecidos limites diários e regras sobre a participação dos servidores no programa, além de critérios de controle de qualidade. Em novembro de 2025, após um aumento de 23% no volume de novos processos ao longo do ano, o INSS também instituiu um comitê estratégico para monitorar, avaliar e propor soluções para reduzir a fila de requerimentos de benefícios.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ana Paula Matos
"Você tem um governo do estado que está dizendo que todas as cidades, todos os prefeitos não estão cuidando da saúde? De quem é o problema? Ou tem algo errado aí?"
Disse a vice-prefeita de Salvador e ex-secretária de Saúde, Ana Paula Matos ao rebater as críticas feitas pela oposição sobre a falta de leitos nos hospitais públicos da capital baiana e a falta de hospitais com “demanda aberta”, aqueles que atendem casos de urgência e emergência mediante necessidade.