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penalti bizarro
Um lance inusitado definiu o placar de ABC x Maranhão, na noite deste domingo (4), no encerramento da primeira rodada da Copa do Nordeste. O visitante time maranhense vencia a equipe potiguar por 2 a 1, no Frasqueirão, quando o lateral Yann Baldez cometeu um pênalti bizarro aos 49 minutos do segundo tempo.
Vitor Marinho acionou Walfrido dentro da área, que se livrou da marcação, mas foi travado pela marcação na hora de finalizar e o goleiro Moisés caiu para encaixar. No entanto, o árbitro Bruno Nogueira Prado assinalou pênalti. Inicialmente todos acreditaram que o volante do ABC teria sido tocado na jogada. No entanto, após o apito final, os vídeos do lance começaram a ser compartilhado nas redes sociais mostrando que Yann Baldez tocou a mão na bola ao parabenizar o arqueiro do time, que estava no chão abraçado com a bola. O atacante Parraguez cobrou a penalidade, Moisés defendeu, mas ele mesmo aproveitou o rebote e estufou as redes para definir a partida em 2 a 2.
"No lance, o cara foi agradecer ao goleiro e pegou com a mão na bola, e o juiz marcou", explicou Walfrido em entrevista à 96 FM na saída do campo.
Na próxima rodada do Nordestão, o Maranhão joga em casa contra o Náutico, no domingo (11), às 19h. Enquanto o ABC pega o Vitória, no sábado (10), às 19h, no Barradão.
Nada supera o futebol brasileiro.
— LIBERTA DEPRE (@liberta___depre) February 5, 2024
- MAC ganhando o jogo por 2x1 do ABC até os 48Min do 2° tempo.
- Goleiro deve a bola.
- Companheiro de time vai lá e dá dois tapas na bola dentro da pequena área.
- Árbitro marca pênalti.
- ABC empata a partidapic.twitter.com/EywwWZwaG7
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.