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Artigos

Alexandre Carneiro (Poeticus Eternus)
Semeando palavras, colhendo sonhos
Foto: Juan Alonso/ Divulgação

Semeando palavras, colhendo sonhos

Em um mundo cada vez mais dominado pela velocidade das informações e pela superficialidade dos discursos, ensinar poesia tornou-se um ato de resistência. Mais do que transmitir conteúdos, educar por meio da literatura significa abrir janelas para a imaginação, despertar sensibilidades e incentivar jovens a descobrirem sua própria voz.

Multimídia

João Roma diz que todos, exceto Lula, devem apoiar ACM Neto no governo da Bahia

João Roma diz que todos, exceto Lula, devem apoiar ACM Neto no governo da Bahia
O ex-ministro da Cidadania no governo Bolsonaro e pré-candidato ao Senado João Roma (PL) afirmou que, à exceção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), todos os pré-candidatos ao Planalto em 2026 devem apoiar o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato da oposição ao Governo da Bahia, ACM Neto (União).

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

pena de morte

Michelle cita bebê de dez meses que sofreu estupro e diz "os dias são maus"; Cleitinho pede pena de morte a assassinos
Foto: Reprodução Redes Sociais

Em uma postagem nos stories do Instagram nesta quarta-feira (15), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro lamentou a morte, em Fortaleza (CE), de um bebê de apenas dez meses, vítima de um estupro cometido por dois homens. Michelle compartilhou uma publicação sobre o caso e disse que “os dias são maus”. 

 

“O coração se despedaça diante de tanta crueldade. Pequena, o Reino dos Céus é das crianças. A nossa esperança está na Justiça do Senhor”, escreveu a ex-primeira-dama.

 

A criança se chamava Helena e morreu após dar entrada em um hospital de Fortaleza. A unidade de saúde constatou sinais de violência sexual.

 

Dois homens, de 22 e 26 anos, foram presos em flagrante, na última segunda (13), em Fortaleza, suspeitos do crime. Segundo a polícia, um dos presos mantinha um relacionamento casual com a mãe da bebê, enquanto o outro é primo dele.

 

Quem também se manifestou sobre o crime foi o senador Cleitinho (Republicanos-MG), que em discurso no plenário do Senado, nesta quarta, defendeu a pena de morte para quem comete crimes como o estupro de um bebê. Cleitinho propôs que seja apresentada uma nova Constituição, considerando que a pena de morte não pode ser alterada no atual modelo, pois é uma cláusula pétrea. 

 

“É isso que a gente deveria tratar aqui dentro do Senado, dentro do Congresso Nacional, a gente fazer uma nova Constituição. Por que não deixar para os estados poder fazer a lei penal? Porque se eu fosse governador de Minas Gerais, a primeira coisa que eu ia fazer era a pena de morte”, declarou o senador.

 

Cleitinho, que ainda não definiu se será candidato a governador de Minas Gerais, chamou os envolvidos no caso de escórias e marginais e defendeu que eles não devem retornar à sociedade.

 

“Qual que é a possibilidade de dois marginais, duas escórias que não são seres humanos, estuprar um bebê de 10 meses e matar esse bebê? Qual a possibilidade de estar na sociedade? (…) Isso não é ser humano isso! Isso são uma escória, isso é um verme que tem que estar debaixo da terra, tem que estar no colo do capeta!”, disparou o senador mineiro.

 

A mãe da bebê Helena, de dez meses, afirmou em depoimento à Polícia Civil que o homem preso e apontado inicialmente como padrasto da criança era, na verdade, apenas um "ficante". Segundo ela, os dois haviam se conhecido poucos dias antes da morte da menina.

 

De acordo com o relato prestado aos investigadores, a mulher foi até o apartamento do suspeito para participar de uma festa. Em determinado momento, percebeu que a filha apresentava sinais de mal-estar e acreditou que a bebê estivesse engasgada.

 

Helena foi socorrida e levada a uma unidade de saúde, mas não resistiu. Conforme informou a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS), médicos constataram indícios compatíveis com violência sexual. A hipótese de asfixia também está sendo investigada, e a causa da morte dependerá dos laudos periciais.

 

Governo Trump aprova fuzilamento, choque elétrico e asfixia por gás em caso de penas de morte nos EUA
Foto: The Official White House

O governo dos Estados Unidos anunciaram, nesta sexta-feira (24), que voltarão a aplicar injeções letais em pessoas condenadas a penas de morte no país e também deverão adotar, de forma regular, métodos como o fuzilamento, o choque elétrico e a asfixia.

 

A informação foi diculgada pelo Departamento de Justiça em um comunicado em que o órgão diz estar cumprindo uma ordem do presidente, Donald Trump, para agilizar e ampliar a aplicação de penas de morte. Nova medida seria válida para execuções de condenados à morte no âmbito federal. 

 

Segundo informações do g1, a nova orientação padroniza os tipos de execução, que até então eram utilizados de acordo com cada estado. Atualmente, cinco estados permitem execuções por fuzilamento: Idaho, Mississippi, Oklahoma, Carolina do Sul e Utah.

 

No caso da injeção letal, o método é um dos previstos no Código Penal dos EUA, um dos 55 países no mundo que adotam a pena capital. Mediante a determinação, o procurador-geral dos EUA, Todd Blanche, à frente do Departamento e Justiça, instruiu o Departamento de Prisões a "incluir métodos adicionais e constitucionais de execução que já são previstos pela legislação de certos estados". 

 

No caso da injeção letal, o governo do ex-presidente democrata Joe Biden acatou uma série de pesquisas que apontavam "dor e sofrimento desnecessários no método". Vários estados haviam pausado a aplicação desse tipo de execução após a moratória do então governo. No comunicado desta sexta, o Departamento de Justiça chamou a análise de Biden de "profundamente falha".

 

"Essas medidas são cruciais para deter os crimes mais bárbaros, fazer justiça às vítimas e proporcionar um desfecho há muito esperado aos familiares sobreviventes", diz o comunicado.

“Assassino do Twitter” é executado em pena de morte no Japão após matar 9 pessoas
Foto: Reprodução Redes Sociais

O Japão executou nesta sexta-feira (27), através de pena de morte o homem reconhecido por ser o “assassina do twitter”. O criminoso matou e esquartejou nove pessoas após entrar em contato com as vítimas pela rede social, atual X. A maioria das pessoas mortas eram mulheres, segundo publicação da CNN. 

 

Takahiro Shiraishi foi o primeiro que passou pela pena na capital do país em quase três anos. De acordo com a reportagem, ele foi preso em 2017 e condenado em 2020 após se declarar culpado e autor dos crimes. 

 

Sua prisão ocorreu quando a polícia realizou uma busca para investigar o desaparecimento de uma mulher de 23 anos que havia indicado pensamentos suicidas nas redes sociais.

 

Ele foi condenado à morte pelo estrangulamento e desmembramento de oito mulheres e um homem em 2017 em seu apartamento na cidade de Zama, em Kanagawa, perto de Tóquio. 

 

Conforme a TV Asahi, via CNN, três caixas térmicas e cinco contêineres foram localizados no quarto de Shiraishi, contendo restos mortais das vítimas. 

 

A emissora disse ainda que das vítimas tinham entre 15 e 26 anos, e foram contatadas por Shiraishi após realizarem posts nas redes sociais.

 

A execução de Takahiro  é a primeira que o país vê desde julho de 2022, No país asiatico, a pena de morte ocorre por enforcamento, e as datas das execuções só são divulgadas após a execução.

STF nega extradição de acusado de fraude tributária diante do risco de pena de morte na China
Foto: Alan Santos / Presidência da República

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou pedido de extradição do chinês Zhifeng Tan, procurado pelo seu país para responder a processo por suposta falsificação de informações tributárias. 

 

O colegiado compreendeu que não há garantias de que Zhifeng Tan terá seus direitos e garantias fundamentais respeitados, diante da possibilidade concreta de imposição de pena de morte ou de prisão perpétua, proibidas no Brasil.

 

Na extradição, o governo chinês sustenta que, de abril a agosto de 2016, Tan emitiu, por meio de empresas sob seu controle, 113 faturas especiais de Imposto sobre Valor Agregado falsas, causando prejuízo superior a 1,6 milhões de yuans ao fisco chinês. Ele foi preso no Brasil em fevereiro de 2022.

 

No voto que prevaleceu no julgamento, o ministro Edson Fachin destacou que o pedido de extradição contraria os compromissos do Estado brasileiro com a proteção dos direitos humanos, em particular com a vedação da pena de morte. Segundo o ministro, ainda que haja tratado de extradição entre o Brasil e a China, não há informações que demonstrem a transparência do funcionamento do Poder Judiciário chinês para processar e julgar o crime atribuído a Tan.

 

Ele apontou ainda o descumprimento das obrigações assumidas pela República Popular da China em outros processos de extradição. Em um dos casos, um extraditando demonstrou a aplicação de pena de morte em situação semelhante.

 

Ao acompanhar Fachin, o ministro Gilmar Mendes observou que a pena do crime em questão na China é inferior a três anos. Contudo, em casos de valores elevados ou circunstâncias particularmente graves, não especificadas na legislação, ela passa a ser superior a dez anos ou de prisão perpétua. A seu ver, a falta de parâmetros objetivos para definir prejuízos ou garantias contra a prisão perpétua indica que o pedido de extradição deve ser indeferido. O ministro Nunes Marques acompanhou esse entendimento. Ficaram vencidos os ministros André Mendonça e Dias Toffoli.

Estado dos EUA aprova pena de morte para condenados por estupro
Foto: Reprodução/Redes Sociais

O estado do Tennessee, nos Estados Unidos, aprovou uma lei que permite a pena de morte a condenados por estupro de crianças. O texto foi assinado pelo governador Bill Lee, do partido republicano, no mês de maio e entra em vigor no dia 1º de julho.

 

A nova lei autoriza o Estado a impor a pena de morte quando um adulto é condenado por estupro agravado de uma criança. De acordo com o G1, os condenados podem ser sentenciados à morte, à prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional ou à prisão perpétua.

 

No entanto, o estado não poderá executar a lei por conta de uma decisão da Suprema Corte dos EUA de 2008, que proibiu a pena de morte em caso de estupro de crianças. Anteriormente o Tennessee permitia que condenados por este crime fossem condenados à morte, mas após a decisão da Suprema Corte, a lei tornou-se inconstitucional.

 

A lei de execução nos EUA determina que, para crimes serem elegíveis à pena de morte, eçes devem envolver a morte da vítima ou traição contra o governo.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Muita coisa me chamou a atenção nessa declaração de bens dos candidatos. Enquanto uns foram honestos demais, pra outros a conta não fecha. Mas quem mais me deu pena foi Lero. Por outro lado, o Galego demonstrou seus grandes dotes para o mercado imobiliário. O bom é que já tem um plano B na Ademi. E se tem gente que deve ter cuidado com fotos da PF, outros já precisaram se explicar. Tem muita gente questionando a brotheragem da tal foto na piscina. Afinal, em uma campanha, a imagem é tudo - apesar de alguns ainda desafiarem o Mounjaro. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Nikolas Ferreira

Nikolas Ferreira
Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

"Eu tenho empresa, sim, a maior escola de inglês para cristãos no Brasil. Dei palestra sobre comunicação, tenho plataforma sobre política e espiritualidade, três livros lançados. Minha rede social me dá condição de ter essas boas iniciativas". 

 

Disse o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) ao reagir aos questionamentos, sobretudo de políticos e apoiadores da esquerda, por declarar à Justiça Eleitoral bens no total de R$ 3,8 milhões. Os dados apontam que o patrimônio do político mineiro saltou 8.850% ao longo de seu primeiro mandato no Congresso Nacional — em 2022, ele relatou ter R$ 36 mil.

Podcast

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o pré-candidato ao Senado Federal João Roma (PL) nesta segunda

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Foto: Projeto Prisma
A entrevista integra a série especial "Vota BN", dedicada a sabatinar os principais nomes na disputa pelo Senado e pelo governo do Estado nas eleições de 2026.

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