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pediatra assassinado
O juiz André de Souza Dantas Vieira determinou que os cinco réus acusados de envolvimento no assassinato do médico pediatra Júlio César de Queiroz Teixeira, em setembro de 2021, dentro de uma clínica na cidade de Barra, no oeste da Bahia, vão a júri popular. A data do julgamento ainda não foi marcada e a decisão cabe recurso.
Conforme o G1, o magistrado acatou representação do Ministério Público da Bahia (MP-BA) e pronunciou os cinco criminosos - indiciados por tramar e executar o crime - por homicídio qualificado (motivo fútil e sem possibilidade de defesa da vítima).
O processo está no prazo recursal. Dessa forma, após protocolado o recurso, será encaminhado para julgamento no TJ-BA, que irá decidir se mantém ou reforma a sentença do primeiro grau.
Os cinco réus do caso são Diego Santos Silva (acusado de ser o mandante do crime); Jefferson Ferreira Gomes da Silva (acusado de ser o executor do crime); Ranieri Magalhães Bonfim Borges (acusado de ser o piloto que levou Jefferson); Adeilton de Souza Borges (acusado de ser olheiro que estava na clínica para vigiar o pediatra); e Fernanda Lima da Silva (acusada de ser olheira que estava na clínica para vigiar o pediatra).
NOVA VERSÃO
Júlio César, um dos suspeitos, apresentou uma nova versão na primeira audiência do caso, realizada em setembro de 2022. Ele afirmou que uma sexta pessoa teria participado do crime.
Segundo o réu, a sexta pessoa atende pelo nome de “Japinha” e teria sido o mandante do crime. Porém, de acordo com o acusado, ele já teria morrido.
Para o MP-BA, a versão apresentada por Júlio César não se sustenta e por isso a acusação inicial foi mantida.
A primeira audiência aconteceu em Barra, quase um ano após o crime, e durou cerca de 12 horas. Na sessão, foram ouvidos os réus e as testemunhas. As cinco pessoas participaram da audiência virtualmente, porque cumprem prisão preventiva em penitenciárias de Salvador e de Barreiras.
O pediatra Julio Cesar de Queiroz Teixeira foi morto a tiros enquanto atendia uma criança na clínica em que trabalhava. Ele deixou a esposa e os dois filhos, de 5 e 8 anos de idade. O paciente e dois funcionários presenciaram o crime. Um desses funcionários é a esposa do médico. Parte da situação foi registrada por câmeras da recepção da clínica.
O juiz André de Souza Dantas Vieira determinou que os cinco réus acusados de envolvimento no assassinato do médico pediatra Júlio César de Queiroz Teixeira, em setembro de 2021, dentro de uma clínica na cidade de Barra, no oeste da Bahia, vão a júri popular. A data do julgamento ainda não foi marcada e a decisão cabe recurso.
Conforme o G1, o magistrado acatou representação do Ministério Público da Bahia (MP-BA) e pronunciou os cinco criminosos - indiciados por tramar e executar o crime - por homicídio qualificado (motivo fútil e sem possibilidade de defesa da vítima).
O processo está no prazo recursal. Dessa forma, após protocolado o recurso, será encaminhado para julgamento no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), que irá decidir se mantém ou reforma a sentença do primeiro grau.
Os cinco réus do caso são Diego Santos Silva (acusado de ser o mandante do crime); Jefferson Ferreira Gomes da Silva (acusado de ser o executor do crime); Ranieri Magalhães Bonfim Borges (acusado de ser o piloto que levou Jefferson); Adeilton de Souza Borges (acusado de ser olheiro que estava na clínica para vigiar o pediatra); e Fernanda Lima da Silva (acusada de ser olheira que estava na clínica para vigiar o pediatra).
NOVA VERSÃO
Júlio César, um dos suspeitos, apresentou uma nova versão na primeira audiência do caso, realizada em setembro de 2022. Ele afirmou que uma sexta pessoa teria participado do crime.
Segundo o réu, a sexta pessoa atende pelo nome de “Japinha” e teria sido o mandante do crime. Porém, de acordo com o acusado, ele já teria morrido.
Para o MP-BA, a versão apresentada por Júlio César não se sustenta e por isso a acusação inicial foi mantida.
A primeira audiência aconteceu em Barra, quase um ano após o crime, e durou cerca de 12 horas. Na sessão, foram ouvidos os réus e as testemunhas. As cinco pessoas participaram da audiência virtualmente, porque cumprem prisão preventiva em penitenciárias de Salvador e de Barreiras.
O pediatra Julio Cesar de Queiroz Teixeira foi morto a tiros enquanto atendia uma criança na clínica em que trabalhava. Ele deixou a esposa e os dois filhos, de 5 e 8 anos de idade. O paciente, a mãe dele e dois funcionários presenciaram o crime. Um desses funcionários é a esposa do médico. Parte da situação foi registrada por câmeras da recepção da clínica.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.