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Artigos

Adriano Sampaio
Cartografia da Erosão Eleitoral
Foto: Acervo pessoal

Cartografia da Erosão Eleitoral

Em uma janela eleitoral curta, a erosão não depende apenas do conteúdo de uma narrativa. Ela emerge da interação entre alcance, repetição, credibilidade percebida, congruência identitária, carga moral, capacidade de correção e propensão à abstenção ou mudança de escolha.

Multimídia

ACM Neto reage ao voto Lula-Neto e acusa PT de pressionar eleitores: “Não é dono do voto de ninguém”

ACM Neto reage ao voto Lula-Neto e acusa PT de pressionar eleitores: “Não é dono do voto de ninguém”
Em sabatina realizada nesta segunda-feira (21) com os editores do portal Bahia Notícias (BN), dentro do projeto Vota BN no Projeto Prisma, Antonio Carlos Magalhães (ACM) Neto comentou o fenômeno conhecido como “Lula-Neto”, que se refere ao voto dividido de eleitores entre a disputa pelo governo estadual e a Presidência da República. Durante a transmissão do podcast, o político foi enfático e respondeu que “ninguém é dono do voto de ninguém”.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

pec de seguranca publica

CCJ aprova convite para ouvir Gilmar Mendes em debate da PEC da segurança pública
Foto: Andressa Anholete/STF

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou, nesta quarta-feira (28), um convite para ouvir o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da segurança pública. 

 

O requerimento foi apresentado pelo deputado Rubens Pereira Jr. (PT-MA) e foi enviado pelo governo ao Congresso em abril de 2025. O pedido ocorre após dificuldades em avançar com o texto.

 

O governador Ronaldo Caiado (União Brasil), de Goiás, e do Pará, Helder Barbalho (MDB), participaram de audiência da CCJ, nesta tarde, para debater o tema. Ambos acreditam que o projeto acaba por retirar a autonomia dos Estados, devido a trecho de PEC que diz que a União tem competência exclusiva na segurança pública.

Em debate sobre PEC da Segurança, Barbalho defende união, mas Caiado pede rejeição da proposta
Foto: Edu Mota, de Brasília / Bahia Notícias

Os governadores Ronaldo Caiado, de Goiás, e Helder Barbalho, do Pará, apresentaram posições divergentes a respeito da PEC da Segurança Pública durante debate nesta quarta-feira (28) na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ). A audiência foi pedida pelo relator do projeto, deputado Mendonça Filho (União-PE). 

 

Caiado, que desde o ano passado vem se apresentando como um dos principais críticas da proposta do governo, disse que a PEC é uma “cortina de fumaça”, e pediu que os deputados da Comissão votem não aprovem o projeto. Já o governador do Pará disse que a proposta tem pontos positivos e precisa ser aprovada, mas pediu uma coalizão nacional para a solução dos problemas na área de segurança pública. 

 

De iniciativa do governo Lula, a PEC pretende reformular a estrutura da segurança pública no Brasil. O objetivo central da proposição é o de promover maior integração entre os entes federativos e os órgãos do setor, atualmente fragmentados.

 

O texto se apoia em três eixos: constitucionalização do Sistema Único de Segurança Pública, o Susp; ampliação das competências de órgãos como a Polícia Federal; e fortalecimento do papel da União no planejamento e coordenação do setor.

 

Para o governador Ronaldo Caiado, a PEC do governo ignora as especificidades regionais no combate ao crime organizado. O governador mencionou como exemplo roubos em Goiás, crimes ambientais na Amazônia e a atuação de milícias no Rio de Janeiro. Segundo ele, a centralização de competências na figura do ministro da Justiça representaria um “presente” às facções, ao enfraquecer as ações estaduais.

 

“Dois anos e seis meses que o governo não enfrentou um faccionado. Não enfrentou uma facção. Agora vem com essa cortina de fumaça para concentrar poder na mão do ministro da Justiça para comandar uma Força Nacional que ficou no Rio de Janeiro por 180 dias e prendeu um cidadão com carteira falsa. ”, disse Caiado.

 

O debate sobre a PEC na CCJ atende a pedido do deputado Mendonça Filho (União-PE), relator da proposta.

 

Já o governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), propôs que seja formada uma coalizão nacional contra o crime organizado. Barbalho disse que somente essa união de forças seria capaz de fazer frente aos criminosos.

 

“Estou aqui para propor a criação de uma coalizão nacional contra o crime organizado do país. Juntar polícias, justiça, Congresso Nacional, Executivo, Judiciário, empresas, igrejas, sociedade, todos dispostos a se unir contra isso. Sem a ilusão de acabar com o crime”, disse.

 

Na CCJ, durante a audiência comandada pelo deputado Paulo Azi (União-BA), Helder Barbalho reforçou a importância da aprovação do projeto ainda neste ano pelo Congresso Nacional, mas também disse que a PEC sozinha não vai resolver o crime no país. Para ele, o combate aos criminosos deve ser centralizado em ações interestaduais e municipais.

 

“A PEC tem pontos positivos, mas está longe de resolver o problema como um todo”, disse o governador do Pará.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Eu já vi muito motivo pra atrasar obra, mas tartaruga é a primeira vez. Mas tem coisas que eu preferia não ver mesmo, como o Menudo Envelhecido soltando a voz. E enquanto Roto atua para embelezar o Judiciário, o Legislativo se pergunta quem teria enviado a infame mensagem pra Vorcaro. No meio disso tudo, o Molusco fez as bets provarem do próprio veneno, e Cunha segue encontrando mais um responsável pelo seu sofrimento. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Carlos Viana

Carlos Viana
Foto: Reprodução / Redes Sociais

"Agora, imagina se fosse alguém da direita. Uma cantora fazendo lá o 22 no palco. Seriam pelo menos 24 horas para se explicar, depois multa, prisão, condenação e Deus sabe o que mais de perseguição". 

 

Disse o senador e candidato à reeleição por Minas Gerais, Carlos Viana (PSD) ao afirmar que vai denunciar a cantora baiana Ivete Sangalo por suposta promoção de “showmício” ao declarar apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por meio de um gesto com as mãos. O parlamentar confirmou a denúncia em vídeo publicado nas redes sociais nesta terça-feira (29). 

Podcast

Projeto Prisma recebe o cientista político do INCT.DD Eduardo Grizenti nesta segunda

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O pesquisador trará um panorama detalhado do mapa eleitoral desenhado pelas urnas, o peso das redes sociais na definição dos votos nas disputas majoritárias e proporcionais, além dos cenários e tendências políticos para a Bahia e o Brasil nos próximos anos.

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