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pec da escala 6x1
Na chegada ao Congresso Nacional, na tarde desta terça-feira (6), o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União), evitou responder a perguntas de jornalistas sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata do fim da escala 6x1 de trabalho, pauta alinhada após acordo com o governo Lula. Sem conceder entrevista à imprensa, o parlamentar abriu a sessão plenária às 16h40 para dar início aos debates sobre o tema.
Segundo informações dos bastidores do portal Bahia Notícias em Brasília, a sessão começou com quórum esvaziado, contando com a presença de menos de 10 parlamentares em plenário. Entre os senadores presentes no início dos trabalhos estavam Damares Alves (Republicanos), Randolfe Rodrigues, Teresa Leitão (PT) — líder do PT no Senado —, Rogério Carvalho (PT), além de outros poucos nomes.
Ao abrir a sessão, Alcolumbre concedeu a palavra ao senador Paulo Paim para iniciar as discussões. Em seguida, o presidente da Casa informou ter sido apresentado pelo senador baiano Otto Alencar (PSD) um requerimento de urgência para a votação do texto sob calendário especial, mecanismo que permite dispensar prazos e etapas regimentais de discussão.
Alcolumbre ressaltou, contudo, que o requerimento precisa ser apresentado formalmente no plenário, depende da assinatura dos líderes partidários no Senado e exige a realização prévia de uma sessão de discussão nesta terça-feira (6).
Em seu pronunciamento na abertura dos debates, o senador Paulo Paim, do PT-RS, afirmou que Alcolumbre "cumpriu sua palavra", destacando que o presidente da Casa havia se comprometido a pautar a proposta de alteração da jornada de trabalho logo após o término do período eleitoral.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Renan Santos
"O Flávio Bolsonaro já é o próximo presidente da república. O Bolsonaro já ganhou. Façam o que vocês quiserem aí. Não vou pedir para vocês votarem nem nulo, nem no fulano, nem no ciclano simplesmente porque não faz diferença".
Disse Renan Santos, candidato pelo partido Missão, em uma live na noite deste domingo (4), criticou a postura dos eleitores brasileiros, disse acreditar que o senador Flávio Bolsonaro (PL) será eleito presidente, afirmou que não vai apoiar ninguém no segundo turno e previu que o ex-presidente Jair Bolsonaro deve ser solto em um acordo do novo governo com o Supremo Tribunal Federal (STF).