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O Senado adiou a instalação da CPI das Bets, que estava marcada para ocorrer na última sexta-feira (25). O motivo do adiamento foi a ausência de Otto Alencar (PSD-BA), que irá presidir os trabalhos antes da eleição do presidente da comissão. Otto foi o escolhido por ser o congressista mais velho indicado para o colegiado. A nova data para a instalação ainda não foi definida.
Segundo o portal Poder360, a presidência da CPI será exercida por Dr. Hiran (PP-PR) e a vice-presidência será ocupada por Eduardo Gomes (PL-TO). A relatora será Soraya Thronicke (Podemos-MS), autora do pedido de abertura da comissão, que foi autorizada pelo presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).
Criada no início do mês de outubro com o apoio de 30 senadores, a CPI irá investigar crimes financeiros relacionados às apostas esportivas, popularmente conhecidas como bets. Envolvem assuntos como lavagem de dinheiro, evasão de divisas e sonegação fiscal e tributária, para seguir o rastro do dinheiro das apostas.
A CPI vai investigar como são celebrados os contratos de patrocínio com os clubes de futebol e a CBF (Confederação Brasileira de Futebol), assim como a origem do dinheiro. Além disso, influenciadores digitas também estão na mira dos integrantes da CPI. A ex-BBB (Big Brother Brasil) e atualmente advogada de Deolane Bezerra, Adélia Soares, indiciada por organização criminosa, receberá um mandado de condução coercitiva para depor. Atualmente Adélia vive em Miami (EUA). Outros famosos como o humorista Tirulipa e o cantor Wesley Safadão também poderão ser convocados.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.