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patrick beverley
O ex-jogador da NBA, Patrick Beverley foi detido na última sexta-feira (14), no Texas, sob acusação de agressão grave. Segundo o TMZ Sports, o ex-atleta agrediu um membro da família. Nos registros do condado de Fort Blend, a ação foi descrita como “impedir a respiração”.
A fiança para o crime classificado como felonia de terceiro grau, nos Estados Unidos, é de cerca de US$ 40 mil. O ex-armador já teria pago o valor e deve ser liberado ainda neste sábado (15).
Beverley se destacou em franquias como Houston Rockets e Los Angeles Clippers durante sua carreira. Além disso, colecionou passagens por Timberwolves, Lakers, Bulls, 76ers e, por último, os Bucks.
Depois da prisão, o ex-jogador se pronunciou nas redes sociais e afirmou: "Por favor, não acreditem em tudo que veem na internet. Espero que esteja tudo bem. LUV".
Além disso, a advogada de Patrick divulgou uma nota ao TMZ Sports, e negou os registros iniciais do caso.
“Ele se preocupa profundamente com a irmã mais nova — uma menor de idade. Quando a encontrou em casa, no meio da noite, sozinha com um homem de 18 anos, ficou naturalmente preocupado, como qualquer irmão ficaria. Porém, não acreditamos que o que aconteceu se deu da forma como foi descrito, e esperamos a oportunidade de esclarecer isso em tribunal”, completou a responsável por Beverley.
O experiente armador norte-americano, Patrick Beverley, de 36 anos, assinou, na última semana, um contrato com o Hapoel Shlomo Tel Aviv, de Israel. Após 12 anos atuando na NBA, o jogador volta à Europa para jogar em um país que está em guerra contra a Palestina. Em seu podcast, “The Pat Bev Podcast”, ele comentou sobre sua decisão de se mudar para o exterior e se juntar ao clube israelense, apesar das preocupações com a segurança devido aos conflitos armados em andamento na região.
"A segurança é importante", disse Beverley. "Se uma bomba explodir, eu vou embora. Mas a maioria dos nossos jogos da EuroCup são disputados na Bulgária".
Apesar das notícias sobre os conflitos, Beverley afirmou desconhecer a insegurança em Tel Aviv. Entretanto, o Hamas (grupo terrorista), afirmou nesta terça-feira (13) que atacou a região com dois foguetes. Berveley já se apresentou ao clube, mas a temporada europeia de basquete ainda não foi iniciada.
"Não tenho conhecimento de nenhum lugar inseguro em Tel Aviv agora. Meu antigo companheiro de equipe me disse que em cada apartamento há uma sala de bombas, e ele a usava para pendurar roupas. Ele ficou lá três ou quatro meses na temporada passada, e nada aconteceu", disse.
Diante das acusações de que teria aceito dinheiro sujo para jogar em Israel, Beverley negou veementemente e afirmou que sua decisão foi baseada exclusivamente em critérios esportivos.
"Houveram comentários de que aceitei dinheiro sujo, isso e aquilo, e quero que as pessoas saibam que minha decisão é sempre baseada no basquete. Tenho familiares e amigos que morrem em Chicago todos os dias e ninguém fala sobre isso, mas quando tomo a decisão de jogar basquete, todos agora são como os especialistas mais inteligentes do que está acontecendo no mundo. É a coisa mais engraçada para mim. Estou falando com um americano que jogou lá; ele diz que é o paraíso. Ele foi à praia todos os dias, seis horas por dia, e não teve nenhuma experiência ruim".
Beverley viajou para a Bulgária para se juntar aos seus novos companheiros de equipe no último sábado, 10 de agosto, para o início do training camp.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Júlio Pinheiro
“Eu acho que na democracia cabe a representação de qualquer forma, desde que ela seja validada pelas urnas. Eu entendo que a rede social é um instrumento, ela não pode ser a base política, porque a base política ela precisa expressar anseios da sociedade que sejam calcados em coisas concretas, certo?".
Disse o deputado estadual eleito Júlio Pinheiro (PT), ao comentar em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na Antena 1 Salvador (100.1) nesta segunda-feira (21), sobre a popularização da modalidade de “políticos influencers”, aqueles parlamentares que se elegem com forte apelo das redes sociais e conteúdos virais. Segundo o ex-prefeito de Amargosa, “na democracia cabe a representação de qualquer forma”, mas é necessário avaliar o conteúdo produzido e incentivado pelos candidatos nas redes sociais.