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pastoral da saude
Diante da atual situação da Fundação de Hematologia e Hemoterapia da Bahia (Hemoba), que tem registrado um baixíssimo índice de coleta de sangue nas reservas, a Arquidiocese de São Salvador da Bahia, através da Pastoral da Saúde, fará uma grande campanha para motivar os cristãos católicos a realizarem doação de sangue. Conhecida como “A dor ação”, a iniciativa acontecerá no próximo sábado (11), das 8h às 16h, no Hospital das Clínicas, em Salvador.
De acordo com o assistente eclesiástico e coordenador da Pastoral da Saúde, padre José Jorge Brito, este gesto é um ato de amor. “Nos últimos tempos temos observado um certo receio da comunidade baiana em estender os braços para doar sangue, que é um ato seguro e vantajoso para quem doa, pois quem doa não só se entrega, mas também recebe”, afirma o sacerdote.
Ainda neste dia, quem estiver no Hospital das Clínicas poderá participar de um momento de espiritualidade. “A Pastoral da Saúde, como todas as pastorais sociais, bebe na fonte da espiritualidade bíblica do Bom Pastor e do Bom Samaritano. O Papa Francisco tem conclamado a Igreja para que seja toda ela samaritana, capaz de interromper as suas viagens e atividades para estar atenta a quem está caído à beira do caminho que, neste caso, são os que precisam de sangue nos hospitais”, diz o padre Jorge.
Para doar sangue, os interessados devem ter entre 16 e 69 anos, pesar acima de 50 quilos, estar bem alimentados e apresentar documento original com foto. Menores de 18 anos devem estar acompanhados por um responsável legal. “Faça como Cristo que estendeu os dois braços na hora da Paixão, doando todo o Seu sangue pela humanidade. Venha, estenda um dos seus e ajude a quem precisa”, conclui o padre Jorge.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.