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partidos de esquerda
O deputado estadual Zé Raimundo (PT) disse acreditar que os movimentos e grupos sindicais seriam o “caminho” para a renovação dos partidos de esquerda no cenário da política local. O relato do parlamentar, aconteceu nesta segunda-feira (10), durante entrevista ao em entrevista ao podcast Projeto Prisma, do Bahia Notícias.
Questionado sobre como novas alternativas podem surgir para o Partido dos Trabalhadores (PT) na Bahia, o deputado, que também ocupa o posto de presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) de forma interina, afirmou que foi dos movimentos sociais que surgiram nomes de autoridades a exemplo do Ministro da Casa Civil Rui Costa e do senador Jaques Wagner.
“Esse é o caminho, agora a dificuldade maior é de onde saíram essas lideranças, pois nós tínhamos um laboratório, tínhamos um viveiro de militância que eram tradicionalmente os movimentos sociais. Dali que saem os dirigentes de sindicato. Vejam os nossos casos de Rui Costa e de Wagner, [eles] foram crias dos movimentos sindicais, Rosemberg também e outras lideranças dos petroleiros, professores”, explicou o parlamentar.
Zé Raimundo declarou ainda que os partidos de esquerda precisam pensar em pedagogias diferentes, para apresentar novos nomes e alternativas para à sociedade.
“Acredito também que nós temos ainda movimentos. Agora mesmo temos a representação dos indígenas, a representação de alguns discursos também inovadores como o Boulos em SP, ou seja, há um potencial ainda de novidades. Nós precisamos pensar em uma nova metodologia e pedagogia, para mostrar à sociedade que nós temos quadros brilhantes. Temos secretários brilhantes, excelentes, mas às vezes o partido monopoliza o mesmo nome. Então tem que abrir, é isso que nós estamos tentando fazer”, comentou o deputado.
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"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.