Artigos
Quando o mundo se arma, as mulheres morrem
Multimídia
Jerônimo garante que chapa não está definida apesar de fala de Wagner
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
partidonovo
O senador Eduardo Girão (CE) anunciou nessa terça-feira (7) sua saída do Podemos e filiação ao partido Novo. Com a migração, Girão se tornou o primeiro senador da legenda.
De acordo com o anúncio feito nas redes sociais, o senador disse que a troca de partido se deve ao “fim de um ciclo”. "Mas como tudo na existência tem um ciclo, me despedi formalmente deles hoje para tomar mais uma decisão importante na senda política e que gostaria de compartilhar com você: a minha filiação ao Novo”, anunciou Girão.
Além disso, ele também explicou que a decisão veio após “muita reflexão”.
"Depois de muita reflexão e diálogo, acertei a minha desfiliação do Podemos, a quem continuo a nutrir profundo respeito e, sobretudo, gratidão por ter me acolhido desde o meu primeiro dia de mandato”, escreveu Girão.
Ainda durante a divulgação a filiação, ele também exaltou ao partido que agora faz parte. "O Novo é uma agremiação diferenciada, que presta um grande serviço ao país, sendo nesses tempos difíceis uma oposição firme e necessária”, destacou o senador.
Antes de sua filiação ao Novo, o senador lançou sua candidatura para presidente do Senado Federal. Entretanto, na última hora, anunciou a desistência do pleito para apoiar o senador Rogério Marinho (PL-RN), candidato de oposição ao presidente Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que se reelegeu por 49 votos a 32.
Girão faz oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da silva (PT), e em seus discursos costuma abordar temas ligados às pautas conservadoras, além também de ser um grande crítico dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), em especial o Alexandre de Moraes.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Eduardo Leite
"Não estamos diante de uma eleição comum".
Disse o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD) ao anunciar sua pré-candidatura à Presidência. Em "manifesto ao Brasil", o chefe estadual avaliou o cenário nacional e afirmou que o país tem um "problema de direção". Durante o anúncio realizado nesta sexta-feira (6) o gestor também defendeu uma nova relação entre os Poderes e responsabilidade fiscal.