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paralisacao em porto seguro
Uma liminar tornou ilegal a greve encampada pelos servidores municipais de Porto Seguro, na Costa do Descobrimento. A decisão foi tomada nesta sexta-feira (1°) pela desembargadora Lisbete Maria Teixeira Almeida Cézar Santos, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA). Um pedido de liminar da prefeitura do município provocou a decisão.
Na sentença, a magistrada fixou multa diária ao sindicato [Sinsppor] de R$ 10 mil por dia e desconto na folha de pagamento por dias não trabalhados, em caso de desobediência à medida. No recurso, a prefeitura de Porto Seguro alegou que faz negociações com a categoria e que já tinha estabelecido reajuste de 4% aos servidores.
Nas reivindicações, os manifestantes cobram correção da tabela salarial, com mínimo de R$ 1.320, enquanto que a prefeitura paga atualmente R$ 1.256,32. O Sinsppor também pede reajuste de 7,44% em vez dos 4% oferecidos pela prefeitura.
A gestão municipal disse ainda que a greve prejudica mais de 170 mil pessoas que residem em Porto Seguro, devido a paralisação de repartições públicas e serviços essenciais, que ficariam sem atendimento, casos de coleta de lixo, assistência social, saúde, trânsito, entre outros. Ainda cabe recurso à decisão.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Léo Kret
"Estou aqui ó, com meu pai, com minha mãe, na minha casa. Dizendo que eu estou presa. Meu nome apenas foi mencionado numa investigação com um contrato que eu nem assino".
Disse a ex-vereadora de Salvador e cantora Léo Kret ao se pronunciar após ter se tornado alvo de busca e apreensão durante uma operação do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).