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paolo maldini
Milão viveu nesta terça-feira (4) um dia de despedida para um dos maiores nomes de sua história esportiva. Franco Baresi, ídolo do Milan e símbolo de uma geração marcante do futebol italiano, foi velado em cerimônia na Basílica de Santo Ambrósio, diante de milhares de torcedores rossoneri.
Horas antes do início do funeral, a praça em frente à igreja já estava tomada por camisas, cachecóis e bandeiras do Milan. Os torcedores transformaram o local em uma arquibancada a céu aberto para prestar a última homenagem ao ex-zagueiro, morto aos 66 anos.
Imaginez avoir aujourd’hui un Franco Baresi dans votre club. Un joueur qui arrive à 14 ans, devient titulaire à 18, puis capitaine à 22. Il devient l’un des plus forts à son poste, mais refuse de partir malgré deux descentes en deuxième division. Il guérit d’une maladie du sang,…
— Guillaume Pacini (@Guillaumemp) August 4, 2026
Durante a manhã, cânticos em homenagem ao eterno camisa 6 ecoaram nos arredores da basílica. Em um prédio diante da igreja, uma faixa resumiu o sentimento dos torcedores: "Franco Baresi, lenda imortal, bandeira eterna que jamais deixará de tremular. Adeus, capitão".
A cerimônia reuniu nomes ligados a uma das fases mais vitoriosas da história do Milan. Paolo Maldini, Alessandro Costacurta, Marco van Basten, Roberto Donadoni, Daniele Massaro, Filippo Galli, Giovanni Galli, Angelo Colombo e o técnico Fabio Capello estiveram entre os presentes.
O caixão de Baresi foi carregado por antigos companheiros de equipe. Maldini e Costacurta, dois nomes diretamente associados ao legado defensivo do Milan, acompanharam a despedida nas primeiras fileiras da basílica.
A diretoria do clube também marcou presença. O proprietário Gerry Cardinale, o presidente Paolo Scaroni e representantes das equipes masculina, feminina e das categorias de base compareceram à cerimônia.
Christian Pulisic e Santiago Giménez, que se recuperam de lesões e não viajaram com o restante do elenco para a turnê de pré-temporada na Austrália, permaneceram na Itália para participar da homenagem.
Ao fim do funeral, a emoção voltou a tomar conta da Praça de Santo Ambrósio. Sob aplausos e novos cânticos, o caixão deixou a basílica enquanto torcedores repetiam uma frase que acompanhou Baresi durante toda a carreira: "Só existe um capitão".
???????????? RIP, Franco Baresi. Thousands gathered to pay their respects. ?????? (@AntoVitiello) pic.twitter.com/ANrYur2I4F
— EuroFoot (@eurofootcom) August 4, 2026
A equipe principal do Milan não pôde comparecer em peso por estar na Austrália para a pré-temporada. Ainda assim, o clube preparou uma série de homenagens para o clássico contra a Inter de Milão, em Perth.
Os jogadores entrarão em campo com braçadeiras pretas, será respeitado um minuto de silêncio, imagens de Baresi serão exibidas nos telões do estádio e uma coreografia especial celebrará o eterno dono da camisa 6.
Baresi construiu toda a carreira profissional no Milan e se tornou um dos maiores defensores da história do futebol. Como capitão, liderou uma geração que marcou época na Itália e na Europa, além de ter integrado a seleção italiana campeã da Copa do Mundo de 1982.
Sua importância foi eternizada pelo clube com a aposentadoria do número 6, que usou durante a carreira. O gesto é reservado a poucos jogadores na história rossonera.
Paolo Maldini e Leonardo deixaram seus cargos na Federação Italiana de Futebol (FIGC) nesta segunda-feira (27), apenas 16 dias após serem anunciados como reforços da entidade. A decisão ocorreu após o presidente Giovanni Malagò barrar a escolha de Andrea Pirlo para o comando técnico da seleção italiana.
Maldini ocupava o cargo de diretor de seleções da FIGC, enquanto Leonardo, campeão mundial com o Brasil em 1994, atuava como consultor da federação. A informação foi divulgada pela Sky Sports e pelo jornalista Fabrizio Romano.
Os dois dirigentes lideravam o processo de definição do novo treinador da Itália, posto que está vago desde a saída de Gennaro Gattuso, em abril. O ex-técnico deixou a seleção após não conseguir classificá-la para a Copa do Mundo de 2026.
Durante a busca por um substituto, Maldini e Leonardo fizeram contatos com Carlo Ancelotti e chegaram a negociar com Pep Guardiola. Ao fim das conversas, Andrea Pirlo foi definido como o nome escolhido para assumir a equipe.
No entanto, a indicação foi rejeitada por Malagò em razão da ligação comercial de Pirlo com uma casa de apostas da Rússia, da qual o ex-meio-campista é garoto-propaganda. Após o veto, Maldini e Leonardo procuraram o presidente da FIGC para pedir esclarecimentos e, em seguida, optaram por entregar seus cargos.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) estava ciente do interesse italiano em Carlo Ancelotti, técnico da Seleção Brasileira. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (23) por Paolo Maldini, novo diretor de seleções da Federação Italiana de Futebol (FIGC). Segundo informações do colunista do jornal O Globo Diogo Dantas, a entidade soube da tentativa por meio do próprio treinador.
Ancelotti teria comunicado à CBF sobre o contato da seleção italiana e informou que apenas "agradeceu" o convite e não cogita deixar a Seleção Brasileira.
O técnico italiano renovou o contrato com a Seleção Brasileira até o fim da Copa do Mundo de 2030. O acordo foi oficializado pela CBF antes mesmo do Mundial de 2026, em que o Brasil foi eliminado nas oitavas de final pela Noruega.
Com a negativa do treinador, a Itália voltou seu interesse para o espanhol Pep Guardiola, sem clube desde que deixou o Manchester City, para substituir Gennaro Gattuso, demitido após o país não se classificar para a Copa do Mundo pela terceira edição seguida.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Eduardo Girão
“O Senado está totalmente prostrado. A gente vê uma comissão de ética que não foi instalada na legislatura do Davi Alcolumbre. A condução dele como presidente é uma tragédia anunciada, tanto é que eu votei contra ele. Não apenas isso, eu fui candidato contra ele até o final. Eu fico extremamente preocupado quando vejo o PL, por exemplo, que é um partido grande da oposição, apoiar o Alcolumbre e votar nele. Com a exceção do senador Marcos Pontes que se rebelou contra o próprio partido e foi até o final também. Eu tive quatro votos, o astronauta Marcos Pontes teve quatro votos, e o Davi nadou de braçada".
Disse o senador Eduardo Girão (Novo) ao fazer uma série de críticas à gestão do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União). Em entrevista à rádio Antena 1 Salvador, nesta segunda-feira (14), o candidato a vice-presidente na chapa de Romeu Zema disse que a Comissão de Ética do Senado não tem funcionado e acusou Alcolumbre de engavetar pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).