Artigos
O Espectro Invisível das Pesquisas
Multimídia
Bruno Monteiro diz que fechamento do TCA expôs "vácuo" de grandes teatros em Salvador
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
pais
Foi aprovado nesta terça-feira (4), no plenário da Câmara dos Deputados, o PL 3935/08, de autoria da ex-senadora Patrícia Saboia, que amplia de cinco para 20 dias a licença-paternidade. Como houve mudanças no texto, o projeto agora retorna ao Senado.
A proposta foi relatada na Câmara pelo deputado Pedro Campos (PSB-PE), e de acordo com o parecer aprovado de forma simbólica, o período da licença-paternidade será implantado progressivamente ao longo de quatro anos de vigência da futura lei. O aumento do tempo se dará inicialmente de cinco para dez dias durante os dois primeiros anos, subindo para 15 dias no terceiro ano e 20 dias no quarto ano.
O projeto prevê também que caso a criança recém-nascida ou a criança ou adolescente adotado possua deficiência, a licença aumentará em 1/3 (cerca de 13 dias; ou 20 dias; ou cerca de 27 dias, conforme a transição).
O benefício será pago para o empregado que for pai, adotar ou obtiver guarda judicial de criança ou adolescente em valor igual à remuneração integral se empregado pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) ou trabalhador avulso.
Outro ponto inserido no texto foi a permissão para o trabalhador dividir, a seu pedido, em dois períodos iguais, a licença-paternidade, exceto em caso de falecimento da mãe. O primeiro período deve ser usufruído imediatamente após o nascimento, a adoção ou a obtenção de guarda judicial.
Já o período restante da licença, segundo o projeto, deve começar a ser tirado em até 180 dias depois do parto ou adoção.
O relator do projeto, deputado Pedro Campos, disse que a proposta fortalece as famílias em um momento tão importante quanto desafiador, que são os primeiros dias de vida da criança.
“Entre os primeiros gestos de um Estado verdadeiramente humano está o de permitir que pais e mães possam acompanhar, de forma plena, o nascimento e os primeiros dias de seus filhos”, declarou Campos.
Para o relator, a proposta representa um avanço na valorização da paternidade responsável.
"A proposta reconhece que o cuidado com os filhos não é responsabilidade exclusiva das mulheres. Nossa proposta valoriza a presença do pai desde os primeiros dias de vida da criança e corrige uma desigualdade histórica na legislação trabalhista", justificou Pedro Campos.
Todo o custeio da licença será feito pelo Regime Geral de Previdência Social (RGPS), sem repasse de encargos às empresas. O impacto fiscal líquido estimado é de R$ 2,2 bilhões no primeiro ano, chegando a R$ 6,5 bilhões no último.
Ao final da votação, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), celebrou em plenário a aprovação do projeto. De acordo com o parlamentar, votação foi a favor da família brasileira.
"É uma conquista dos pais, das mães, das crianças e de todos os brasileiros. (...) Mais do que promover a divisão das responsabilidades com as mães, o projeto simboliza o combate a uma desigualdade histórica", afirmou Hugo Motta. A votação contou com a presença no plenário do ex-deputado Alceni Guerra, que propôs a ampliação durante a constituinte de 1988.
Um adolescente de 14 anos foi apreendido nesta terça-feira (11) com símbolos nazistas em casa. O caso ocorreu na cidade de Maquiné, no Rio Grande do Sul e foi classificado como ato análogo ao terrorismo. Os pais do jovem foram presos em flagrante por apologia ao nazismo, conforme a Polícia Civil.
A investigação chegou ao local após monitorar trocas de mensagens por perfis nas redes sociais e conseguir um mandado de busca e apreensão para o imóvel. No local, os policiais encontraram bandeiras, gravuras dos ditadores Adolf Hitler, Benito Mussolini, além de facas, canivetes e uma arma de fogo falsa.
"A gente apresentou o adolescente e os pais, o pai e a mãe, à polícia exatamente porque não tinha como não estar sabendo do que estava acontecendo naquela casa dado o farto material que foi apreendido", diz o delegado Marco Antônio de Souza.
Ainda conforme as informações, uma bandeira apreendida teria sido dada de presente pelo pai ao filho. "Entrevistando o pessoal na casa e com as informações que a gente já tinha acerca da investigação, a gente conseguiu descobrir que a bandeira que faz apologia ao nazismo, inclusive, teria sido dada pelo pai ao adolescente", comenta o delegado.
A apologia ao nazismo usando símbolos, distribuindo emblemas ou fazendo propaganda do regime é crime previsto pela Lei 7.716/1989, com pena de reclusão.
Um grupo de pais de alunos de uma escola particular de São Paulo ficou indignado e procurou a direção da instituição para criticar o uso de uma versão em quadrinhos do “Diário de Anne Frank”, na qual apontam a “erotização” da personagem.
De acordo com informações da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, o incidente ocorrido na escola Móbile veio à público por meio de um vídeo da DJ Pietra Bertolazzi, no Instagram, no qual ela lê parte da obra, que é utilizada em inglês, durante as aulas da língua estrangeira.
“Eu vou ler aqui uns trechos de um livro e vocês tentam adivinhar do que se trata. É um livro em inglês e eu traduzi aqui algumas partes. Então, é uma figura feminina descrevendo aí suas partes íntimas detalhadamente, de uma forma bem sexual, e por fim ela fala assim: 'esse buraco é tão pequeno, que mal consigo imaginar como um homem entra aqui dentro. Já é difícil enfiar o meu dedo indicador nele'. E aí tem uma outra parte que essa mesma menina fala assim: 'eu me lembro particularmente de uma vez em que dormi na casa da Jaque, será que poderíamos ver os seios uma da outra? Se ela soubesse o desejo terrível que eu tenho de beijá-la'. E aí, uma outra parte que eu separei é assim: 'eu devo admitir, toda vez que eu vejo uma mulher pelada eu entro em êxtase, se eu pelo menos tivesse uma namorada...'. Enfim, todas essas frases são dessa mesma personagem, e então esses são alguns trechos que eu peguei desse livo que eu recebi e eu imagino que você tenha certeza aí que eu estou citando um conto erótico ou a autobiografia de alguma atriz pornô, mas não. Esse livro estava ontem mesmo sendo estudado e lido em sala de aula para crianças de 10 e 11 anos na escola Móbile, em São Paulo”, relatou Bertolazzi, que se disse chocada com o material.
Conforme se pronunciou a instituição de ensino, a obra intitulada “Anne’s Frank Diary: The Graphic Adaptation”, se trata de uma versão oficial do clássico Diário de Anne Frank, declarado patrimônio da humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Segundo a escola, o livro escrito pela jovem judia morta pelo regime Nazista, em 1945, foi referendado pela Unicef e pela Fundação Anne Frank.
“A leitura integra um projeto amplo para o debate e reconhecimento dos horrores do Holocausto, estimulando a reflexão sobre seu contexto histórico”, informou a direção, em nota enviada à coluna, apontando que o conteúdo é indicado para a faixa etária de 8 a 12 anos. “A Móbile salienta que todo o conteúdo textual da edição consta no diário original redigido por Anne Frank, inclusive os trechos pontuais que suscitaram a referida discussão. Por fim, a escola tem conversado com alguns pais que levantam dúvidas sobre o conteúdo do livro", acrescentou.
O diretor iraniano Babak Khorramdin, de 47 anos, foi morto e esquartejado pelos próprios pais, no último domingo (16), por se recusar a sair da casa da família. De acordo com informações da coluna Splash, no Uol, o casal confessou o crime.
O pai, Akbar Khorramdin, disse não se arrepender de ter matado o filho e, em depoimento, segundo a agência de notícias iraniana Rok News Agency afirmou estar aliviado. "Não tenho mais preocupações na minha vida", alegou. Ainda de acordo com a coluna, o corpo do diretor foi encontrado em uma mala, dentro de uma lata de lixo de Ektaban, um bairro de Teerã.
Babak Khorramdin viveu por anos em Londres, no Reino Unido, e retornou ao Irã para lecionar na Universidade de Karaj. "Desde a pandemia e o início das aulas online, Babak trazia estudantes para a nossa casa três vezes por semana, dizendo que daria aulas particulares", disse o pai à Corte Criminal de Teerã. "O interessante é que ele só trazia estudantes mulheres para casa. Nem sabíamos se eram estudantes mesmo", acrescentou.
Akbar afirmou que queria vender o carro e dar o dinheiro para que o cineasta pudesse alugar o próprio apartamento, mas ao ouvir a proposta, Babak teria dito que nunca sairia da casa dos pais. "Eu avisei que ou ele saía, ou eu conhecia alguém que aceitaria 10 milhões de tomãs [moeda iraniana] para matá-lo. Babak sorriu e disse: 'Não seja bobo. Eu sou o Babak; ninguém pode fazer nada comigo'", relatou.
Ele informou que planejou o assassinato do filho com a esposa, mãe de Babak. Segundo Akbar, ela teria colocado sonífero na comida do diretor, que em seguida foi esfaqueado pelo pai. O casal, então, levou o corpo até o banheiro, onde esquartejou antes de colocar em uma mala.
Obedecendo as orientações do isolamento social para evitar o contágio e a disseminação do novo coronavírus, Fernanda Montenegro se pronunciou a respeito da conjuntura atual para a cultura no Brasil. “Não sei, só sei que não vou me acalmar. Se eu ainda tiver raciocínio e força, estarei em ação. É uma ambição minha", afirmou a artista, destacando as incertezas sobre o futuro.
“Sem a cultura das artes, não existe país. Estamos vivendo uma hora muito desbaratinada. Não temos perfil, estamos jogados fora”, disse a atriz, que segundo o jornal O Globo, tem feito a quarentena ao lado da ilha, Fernanda Torres, e do genro, o cineasta Andrucha Waddington, em Petrópolis, no Rio de Janeiro. “Temos uma linguagem particular. Ganhamos prêmios em todos os cantos do mundo. Uma personalidade cinematográfica, nós temos”, completou.
A entrevista completa será exibida no Canal Brasil, em duas edições do Cinejornal, exibidas nesta terça-feira (2), às 21h50, e na quinta (4), às 19h45.
Uma pesquisa revela que os pais roqueiros são os que mais tentam influenciar o gosto musical dos filhos. Entretanto, a tentativa não tem dado certo. A pesquisa foi realizada pelo site TickPick com 10.10 pessoas sobre o gênero musical.
Os pais fãs de Indie Rock lideram o ranking com 75% da tentativa de influenciar os filhos. Em seguida, o Hard Rock aparece com 69% e é seguido pelo Jazz, o único do Top 5 a não pertencer a algum nicho do Rock. Completam a lista o Classic Rock e o Heavy Metal, ambos com 64%.
O gênero que os pais menos tentam transmitir aos filhos é o Pop. Mas é justamente ele que mais une as gerações, com 43% das combinações pais e filhos curtindo músicas do tipo.
Além disso, a pesquisa mostra que os pais roqueiros não estão sendo muito bem-sucedidos. Apenas 27% dos pais e filhos curtem Classic Rock juntos, e este é o subgênero em que os progenitores tiveram mais sucesso — ainda assim, é o que é mais ouvido apenas pelos pais, com 38% das famílias estando nessa situação. Já o gênero mais ouvido apenas pelas crianças é o Hip Hop/Rap.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"Claro que existem preferências. Neto tem uma relação com Caiado, que era do União Brasil. Caiado apoia Neto, Zema apoia Neto, Flávio Bolsonaro apoia ACM Neto. Mesmo os que não estão na Bahia veem que a Bahia precisa mudar de rumo".
Disse o ex-ministro da Cidadania no governo Bolsonaro e pré-candidato ao Senado João Roma (PL) ao afirmar que à exceção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), todos os pré-candidatos ao Planalto em 2026 devem apoiar o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato da oposição ao Governo da Bahia, ACM Neto (União).