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oswaldinho marcolino
O MDB busca tornar ainda mais disputada as eleições que prometem ser acirradas em Camaçari. O presidente de honra do partido na Bahia, Lúcio Vieira Lima, garantiu que Oswaldinho Marcolino vai manter a pré-candidatura a prefeito do município.
“Em Camaçari nós temos um candidato que é Oswaldinho. Lá é uma eleição em dois turnos, o que facilita muito. A tendência é o MDB passar para o segundo turno e Caetano vim apoiar. Se Caetano passar para o segundo turno, Osvaldinho vai apoiar Caetano. É simples, não tem muito o que conversar”, disse ao Bahia Notícias na tarde desta quinta-feira (16) na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) durante entrega da Comenda Dois Julho ao deputado federal Baleia Rossi (MDB-SP).
Com o segundo maior PIB [Produto Interno Bruto] da Bahia e quarta cidade do estado em população, com 300,3 mil habitantes, o município localizado na Região Metropolitana de Salvador (RMS) projeta ter uma eleição polarizada entre o atual presidente da Câmara de Vereadores, Flávio Matos (União), que é apoiado pelo prefeito Antônio Elinaldo (União), e o ex-secretário de Relações Institucionais do estado, Luiz Caetano (PT). O servidor público Cleiton dos Santos (Novo) também está com a pré-candidatura posta.
Neste ano, Camaçari entrou para o grupo de cidades com direito a ter segundo turno. Pelos cálculos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o município registrou 201,2 mil eleitores. A condição assegura a disputa em dois momentos caso o candidato mais votado não tenha mais de 50% dos votos válidos no primeiro turno.
VITÓRIA DA CONQUISTA
Por parte do MDB, as candidaturas em Vitória da Conquista já se encaminham para uma definição. Nesta quinta o partido lançou a pré-candidatura da vereadora Lúcia Rocha à prefeitura do município do Sudoeste baiano, com o Podemos e PRTB já garantidos na aliança.
Por lá, o PT mantém o deputado federal Waldenor Pereira na corrida pelo Executivo local. O presidente de honra do MDB agora espera que a federação liderada pelo PT apoie Lúcia em um eventual segundo turno.
“Nonô [Waldenor] perdeu a oportunidade de ser vice de Lúcia, porque demorou a se decidir. Mas vamos aguardar seu apoio no segundo turno. Não depende de nós mais, agora depende do PT, da Federação, apoiar Lúcia. Infelizmente não temos mais a vice para oferecer”, provocou.
“Todo mundo sabe que o MDB é um partido que tem palavra. Como o Podemos já ocupou a vice, estamos começando a campanha. E enquanto isso, os dois outros candidatos não têm nem vice ainda. Ficaram a dizer que Lúcia não tinha apoio político, que Lúcia não tinha estrutura, que Lúcia não seria candidata. Tudo que disseram e que eu dizia que era fake news, ocorreu o que eu disse. Lúcia é candidata”, pontuou.
Uma pesquisa de intenção de voto para as eleições em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), coloca o ex-secretário de relações institucionais do estado, Luiz Caetano (PT), à frente do presidente da Câmara de Vereadores, Flávio Matos (União). Segundo o levantamento AtlasIntel/A Tarde, em um primeiro cenário Caetano lidera com 50,3% contra 43,8% de Matos. Oswaldinho Marcolino (MDB) aparece com 1,7%. A disputa entre os dois postulantes foi mencionada pelo BN.
Em tono de 1,8% preferem outro candidato. Brancos e nulos são 2,3% e 0,2% não souberam opinar. Em relação a votos válidos, a margem de Caetano aumenta, com 52% contra 45% de Matos. A margem de erro é de 4 p.p para mais ou para menos.
Em um segundo cenário, sem Oswaldinho Marcolino, Caetano registra 50,5% e Flávio 44%, com oscilação positiva de 0,2 pontos para ambos. Brancos e nulos somam 2,8% e indecisos 2,7%. Em relação a votos válidos, Caetano tem 53% contra 47%, ainda assim na margem de erro.
Nas eleições deste ano, Camaçari integrará o grupo de cidades com possiblidade de segundo turno, uma vez que o município superou a marca de 200 mil eleitores. Pelos cálculos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o município registrou 201,2 mil eleitores, condição que assegura a disputa em dois momentos caso o candidato mais votado não tenha mais de 50% dos votos válidos no primeiro turno.
Na Lavagem do Bonfim, Oswaldinho reforça aliança com PT de Jerônimo e correligionário Geraldo Júnior
O pré-candidato a prefeito de Camaçari, Oswaldinho Marcolino (MDB), foi uma das figuras políticas de destaque que participaram da tradicional Lavagem do Bonfim, na manhã desta quinta-feira (11), em Salvador. Durante o cortejo entre a Igreja da Conceição da Praia até a Colina Sagrada, o emedebista esteve cercado de fiéis, apoiadores e autoridades, como o governador Jerônimo Rodrigues (PT) e seu vice, Geraldo Júnior (MDB), pré-candidato na capital baiana.
O encontro é um aceno positivo à aliança formada entre as legendas para disputar as eleições municipais do estado. O PT de Jerônimo, por exemplo, abriu mão de candidatura própria para alavancar Geraldinho em Salvador, e Oswaldinho conta com o apoio dos petistas na briga pelo executivo municipal na Região Metropolitana. Ambos os pré-candidatos tentam desbancar um adversário em comum, o União Brasil.
A coalizão entre os partidos foi destacada por Oswaldinho em suas redes sociais. O radialista celebrou a festividade inter-religiosa e se mostrou otimista com a parceria.
"A nossa aliança é renovada aqui, nesse encontro que envolve tradição e baianidade. O vice-governador Geraldinho, um amigo querido de mais de duas décadas, e o governador Jerônimo Rodrigues, do qual o meu partido, o MDB, é aliado de primeira hora. Essa união de forças nos levará à vitória nas eleições municipais de outubro em Camaçari", disse o líder da oposição no município.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Marcinho Oliveira
"Venho a público esclarecer que fui surpreendido, nesta quarta-feira (1º), com o cumprimento de mandado de busca e apreensão relacionado a uma investigação sobre contratos no município de Serrinha. Reforço que nunca exerci cargo público nem tive função de gestão no município de Serrinha, não tendo qualquer participação na condução desses contratos".
Disse o deputado estadual Marcinho Oliveira (PRD) ao usar as redes sociais no início da tarde desta quarta-feira (1°) para se pronunciar sobre a operação da Polícia Federal (PF).