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A Ortobom foi condenada a pagar R$ 300 mil por danos morais coletivos, após o Tribunal Superior do Trabalho (TST) confirmar decisão que apontou discriminação contra mulheres na fabricante de colchões, sediada em Arapongas, no Paraná.
A condenação tem origem em ação civil pública movida pelo Ministério Público do Trabalho, motivada pelo fato de que todas as 22 gerências e as duas subgerências da empresa eram ocupadas por homens em 2022.
A decisão foi confirmada por unanimidade pela Terceira Turma do TST. O relator, ministro Alberto Balazeiro, apontou que a empresa não apresentou "explicação objetiva plausível" para o preenchimento dos cargos e lembrou que mais da metade da população do município onde fica a indústria é composta por mulheres.
Em nota enviado ao Bahia Notícias, a Ortobom esclareceu que o tema em questão refere-se a um caso específico envolvendo apenas uma de suas 13 unidades fabris, localizada em Arapongas (PR), não representando a realidade da companhia como um todo.
Além disso, a empresa afirma seu compromisso com a legislação, com a igualdade de oportunidades e com uma gestão pautada pela meritocracia. Atualmente, a companhia tem uma mulher como CEO, reflexo de uma cultura organizacional que valoriza competências, desempenho e potencial no desenvolvimento de seus profissionais. (Matéria atualizada no dia 23 de junho de 2026, às 12h50 para adicionar o posicionamento da empresa)
Veja nota na íntegra:
A Ortobom esclarece que o tema em questão refere-se a um caso específico envolvendo apenas uma de suas 13 unidades fabris, localizada em Arapongas (PR), não representando a realidade da companhia como um todo.
Por tramitar sob sigilo judicial, a empresa não pode comentar detalhes do processo.
A Ortobom reafirma seu compromisso com a legislação, com a igualdade de oportunidades e com uma gestão pautada pela meritocracia. Atualmente, a companhia tem uma mulher como CEO, reflexo de uma cultura organizacional que valoriza competências, desempenho e potencial no desenvolvimento de seus profissionais. A empresa também mantém investimentos contínuos em iniciativas voltadas à atração, ao desenvolvimento e à permanência de talentos femininos, fortalecendo um ambiente de trabalho respeitoso, inclusivo e alinhado às melhores práticas de gestão de pessoas.
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Navi Pillay
"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.