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orochi
A Justiça manteve a condenação do cantor Flávio César Costa de Castro, mais conhecido como Orochi, referente a um processo movido por vizinhos em 2020, após um deles sofrer um ataque dos cachorros do artista, da raça pit bull.
As informações são da coluna de Ancelmo Gois, do jornal 'O Globo'.
A 2ª Turma Recursal dos Juizados Especiais Criminais do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) negou, por unanimidade, o pedido de habeas corpus feito pela defesa de Orochi.
O caso aconteceu no dia 5 de outubro de 2020, quando os cachorros de Orochi escaparam da casa dele, na Barra da Tijuca, sem coleira ou focinheira.
A vítima passeava com seus dois labradores quando os pit bulls avançaram e morderam um dos animais no pescoço. Ao tentar separar os cães, a vítima também sofreu uma lesão.
O artista foi acusado de colocar em risco a integridade física de terceiros por não ter tomado os cuidados exigidos pela lei.
Com isso, o IX Juizado Especial Criminal da Barra da Tijuca o condenou à pena de 82 dias de prisão simples, que posteriormente foi substituída por prestação de serviços à comunidade pelo mesmo período, com carga horária de oito horas semanais.
O rapper brasileiro Orochi anunciou, nesta quarta-feira (11), um show secreto com o cantor norte-americano Travis Scott. A apresentação ocorrerá no próximo dia 13, mesma data em que ambos os artistas se apresentarão no festival Rock In Rio.
O local exato e a hora do evento ainda não foram revelados pelo artista, mas a festa ocorrerá na capital fluminense. O DJ Chase B. e membros da Cactus Jack, gravadora de Travis, também estão presentes no show.
Nos comentários, os fãs comemoraram a notícia. “De São Gonçalo pro mundo”, escreveu um internauta. “Sabe fazer história”, elogiou outro. “Aí você botou a peça na mesa, esqueça tudo”, escreveu um terceiro.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.