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Quem viveu os anos 2000 certamente se lembra do Orkut, a rede social que dominou o coração dos brasileiros antes do boom do Facebook e Instagram. Agora, ela está prestes a retornar. Seu criador, Orkut Büyükkökten, anunciou o relançamento da plataforma com uma proposta renovada, mas mantendo a essência que conquistou mais de 34 milhões de usuários no Brasil em seu auge. As informações são da BpMoney.
O Brasil, que foi o principal mercado do Orkut no passado, volta a ser o foco desta nova fase. A ideia é resgatar o espírito das comunidades temáticas, onde debates sobre música, filmes, hobbies e até assuntos nichados floresceram, e, ao mesmo tempo, combater os problemas que assolam as redes sociais atuais, como discurso de ódio, desinformação e algoritmos que incentivam polarização.
O novo Orkut pretende recuperar o valor das comunidades, oferecendo um espaço onde os usuários possam debater temas de interesse comum com respeito e profundidade. Além disso, a plataforma quer se afastar da lógica de algoritmos que priorizam engajamento tóxico. Em vez disso, valoriza interações autênticas e conexões genuínas entre pessoas.
Com o apoio de inteligência artificial, o Orkut promete combater discursos de ódio, desinformação e comportamentos abusivos. A ferramenta vai ajudar a moderar o conteúdo das comunidades e tornar o ambiente mais saudável e confiável. Essa tecnologia será essencial para garantir segurança sem prejudicar a liberdade de expressão.
Apesar do apelo nostálgico, o novo Orkut também quer conquistar a Geração Z, que busca experiências digitais mais sinceras e menos exaustivas. A plataforma pretende se posicionar como uma alternativa viável às redes sociais atuais, que muitas vezes priorizam superficialidade e polarização.
Ao valorizar o sentimento de pertencimento, o Orkut quer criar um espaço relevante para o futuro.
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Pérolas do Dia
Capitão Alden
"Eu acho que chega a ser inocência demais você pensar assim. A pesquisa que foi feita indica que, a cada 10 votos que ACM Neto teve na última eleição, a cada 10 votantes, cerca de 7 a 8 teriam votado em Lula”, contextualiza. “Então, na cabeça deles, se eles apoiarem, por exemplo, o Flávio Bolsonaro, esse votantes ou aqueles que votaram e Lula poderiam não votar neles, mas chega a ser inocência você dizer ‘olhe, é certo que eu vou apoiar Flávio no segundo turno".
Disse o deputado federal da Bahia, Capitão Alden (PL) ao avaliar como “inocência” a hesitação do pré-candidato ao governo da Bahia, Antônio Carlos Magalhães (ACM) Neto (União), em declarar apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na disputa pela Presidência da República.