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E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?
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As autoridades brasileiras devem adotar novas estratégias de segurança pública para lidar com as organizações criminosas, é o que diz a Human Rights Watch em seu Relatório Mundial 2026. A organização analisa no documento as práticas de direitos humanos em mais de 100 países.
Em pesquisas recentes, os brasileiros apontaram a violência como sua principal preocupação, e a segurança deverá ser um tema central na campanha eleitoral para presidente, governadores e legisladores, que serão eleitos em outubro.
“As estratégias de segurança pública baseadas no uso indiscriminado de força letal pela polícia falharam repetidamente em tornar os bairros brasileiros mais seguros e, em vez disso, resultaram em mais violência e insegurança”, afirmou César Muñoz , diretor da Human Rights Watch no Brasil.
“Os candidatos nas próximas eleições devem apresentar propostas para proteger efetivamente os direitos das pessoas, que estão ameaçados pelo crime organizado, mas também pela polícia em muitas comunidades de baixa renda, predominantemente negras.”
A organização destacou alguns dos principais problemas referentes à segurança no país.
LETALIDADE POLICIAL
Embora algumas mortes causadas pela polícia ocorram em legítima defesa, muitas resultam do uso ilegal da força. Investigações inadequadas nesses casos, conduzidas pela própria polícia, resultam na impunidade dos abusos.
Entre janeiro e novembro de 2025, a polícia matou 5.920 pessoas. Negros brasileiros têm três vezes e meia mais chances de serem vítimas da violência policial do que brancos. Embora algumas mortes causadas pela polícia ocorram em legítima defesa, muitas outras são execuções extrajudiciais. Os abusos cometidos pela polícia, bem como a corrupção dentro da corporação, fazem com que as comunidades desconfiem das forças de segurança e sejam menos propensas a denunciar crimes e colaborar com as investigações.
Estratégias de segurança pública que levam a tiroteios também colocam os policiais em risco. Dados oficiais mostram que, entre janeiro e novembro de 2025, 171 policiais foram mortos e outros 119 morreram por suicídio, uma taxa muito superior à do restante da população, que reflete a exposição à violência e o apoio inadequado à saúde mental, entre outros fatores.
As investigações sobre mortes causadas pela polícia são frequentemente deficientes. Por exemplo, a polícia deixou de tomar medidas investigativas cruciais para determinar as circunstâncias da morte de pelo menos 122 pessoas, incluindo 5 policiais, durante a operação mais letal da história do Rio de Janeiro, em 28 de outubro de 2025.
O Rio de Janeiro é um dos sete estados, juntamente com o Distrito Federal, que ainda possuem unidades forenses oficiais totalmente subordinadas à Polícia Civil, uma configuração que não lhes confere a independência necessária para realizar um trabalho eficaz, particularmente em casos de suposto abuso policial.
As Cameratas da OSBA, projeto de extensão da Orquestra Sinfônica da Bahia formada pelos grupos Opus Lumen, Quadro Solar, Quarteto Novo e Bahia Cordas, segue com sua programação especial na quarentena, que leva música de forma virtual para o público da orquestra, do Teatro Castro Alves, de instituições e centros culturais de Salvador através de vídeos publicados nas redes sociais.
Em março, teremos dois vídeos musicais do projeto “Café com as Cameratas #Drops”: entre os dias 10 e 13 de março, será exibido o vídeo da Quadro Solar interpretando “Rainha da Noite”, da ópera “A Flauta Mágica”, do compositor austríaco Mozart.
Já entre os dias 17 e 20 do mesmo mês, vai ao ar o vídeo da Bahia Cordas interpretando o emblemático tango argentino “Por una cabeza”, de Carlos Gardel. Os vídeos serão exibidos nos perfis de Instagram da Orquestra Sinfônica da Bahia, Teatro Castro Alves, Museu Geológico da Bahia e Associação Atlética da Bahia.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Dario Durigan
"Não vou tratar de bets agora, porque são temas que nós ainda estamos em avaliação. O presidente deve tratar disso aí nos próximos dias".
Disse o ministro da Fazenda, Dario Durigan ao desconversar se o governo já havia batido o martelo sobre o texto da medida provisória que restringirá as apostas online no Brasil. Ao ser abordado pela imprensa, o ministro disse que a MP ainda está em avaliação e ter o seu texto avaliado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos próximos dias.