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ordem executiva
O governo dos Estados Unidos anunciou nesta terça-feira (28) a prorrogação por mais um ano da ordem executiva assinada contra o Brasil em julho de 2025. A renovação, no entanto, não altera o cenário das tarifas comerciais, já que a sobretaxa de 50% sobre produtos brasileiros foi derrubada anteriormente pela Suprema Corte norte-americana.
A medida mantém em vigor outras sanções previstas na ordem executiva, como restrições financeiras e possíveis embargos contra autoridades brasileiras. No comunicado, a Casa Branca voltou a acusar o governo brasileiro de adotar práticas que afetariam a economia dos Estados Unidos, restringiriam a liberdade de expressão de cidadãos americanos e violariam direitos humanos.
O texto também faz referência ao ex-presidente Jair Bolsonaro e critica decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), citando suposta censura e prisões relacionadas à liberdade de expressão. As tarifas atualmente aplicadas ao Brasil decorrem de outra investigação conduzida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, e não da ordem executiva renovada nesta terça-feira.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
ACM Neto
"Tentativa de interferir no processo eleitoral com a criação e divulgação de factoides e insinuações mentirosas e falsas, através de vazamentos seletivos, que buscam associar indevidamente meu nome a situações que nunca tive envolvimento".
Disse o candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil) ao se pronunciar sobre o pedido da Polícia Federal (PF) para realizar uma busca e apreensão relacionada a ele no âmbito da 10ª fase da Operação Overclean, deflagrada nesta quinta-feira (17). A medida, no entanto, foi negada pelo ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF).