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operacao urtiga
Um delegado, um investigador e quatro policiais militares foram alvos nesta quinta-feira (19) nas cidades de Santaluz, Valente e Conceição do Coité de mandados de busca e apreensão. O investigador foi preso em cumprimento ao único mandado de prisão expedido pela Justiça. A ação faz parte da segunda fase da Operação Urtiga, deflagrada pela Secretaria da Segurança Público e pelo Ministério Público investiga um grupo de extermínio envolvido com extorsão mediante sequestro. Ao todo foram expedido sete mandados de prisão e busca e apreensão. As ordens judiciais foram expedidas pela Vara Criminal da Comarca de Santaluz.
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O trabalho é desenvolvido pela Força Correcional Especial Integrada (Force) da Corregedoria Geral da SSP, com apoio dos Grupos de Atuação Especial Operacional de Segurança Pública (Geosp) e de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ambos do MP, além das Corregedorias da Polícia Civil (Correpol) e da Polícia Militar (Correg). As ordens judiciais foram expedidas pela Vara Criminal da Comarca de Santaluz.
Na primeira fase, realizada no dia 6 junho, juntamente com a Operação Garça Dourada, deflagrada pela Polícia Federal, foram presos quatro policiais militares e um investigador, além de um traficante.
As ações articuladas foram desencadeadas nas cidades de Jacobina, Santa Luz, Valente, Santa Bárbara, Cansanção e Nordestina. (Atualizado às 10h38 para corrigir a informação sobre cumprimento dos mandados de busca e apreensão e de prisão)
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.