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operacao segunda camada
Um policial civil e um gerente da Caixa Econômica Federal são alvos de uma operação deflagrada na manhã desta quinta-feira (7) em Feira de Santana. Os nomes dos suspeitos não foram informados.

Foto: Divulgação / Polícia Federal
Intitulada de Segunda Camada, a ação é um desdobramento da Operação “Fake Front”, deflagrada no dia 23 de maio do ano passado, na qual se investigou um grupo responsável pela abertura de 21 contas bancárias em agências da Caixa em Feira de Santana e em Brasília (DF).
Segundo a Polícia Federal (PF), o grupo usou documentos falsos, com o único intuito de obter recursos mediante empréstimos fraudulentos. O prejuízo passaria de R$ 1 milhão para as instituições bancárias envolvidas.
Ao todo, são cumpridos quatro mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva, além de um mandado de suspensão de exercício de função para um gerente de banco e bloqueio de valores de contas bancárias dos investigados.
As ordens foram expedidas pela 1ª Vara Federal da Seção Judiciária de Feira de Santana. A operação é feita em conjunto com o Gaeco [Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado] do Ministério Público da Bahia (MP-BA).
Ainda segundo informações, a Corregedoria da Polícia Civil também acompanha a operação tendo em vista o envolvimento de um policial civil. Os investigados irão responder pelos crimes de associação criminosa e estelionato.
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Jaques Wagner
"A pergunta que cabe é a seguinte: por que você pediria para reservar um apartamento num prédio em construção se fosse para corrupção? Por que eu não ia pegar um apartamento novo pronto?”
Disse o senador Jaques Wagner (PT) ao classificar como “nebulosa” a situação envolvendo a suposta doação de um apartamento em Salvador que é investigada pela Polícia Federal (PF). O parlamentar, alvo da Operação Compliance Zero, afirmou que a negociação envolvendo o imóvel em construção tinha como objetivo presentear a filha e negou qualquer relação com corrupção.