Artigos
Mérito técnico: o critério que falta nas indicações da ANA
Multimídia
Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
operacao mare vermelha
A Polícia Civil da Bahia deflagrou, nas primeiras horas desta sexta-feira (10), a Operação Maré Vermelha para cumprir mandados de prisão temporária e de busca e apreensão contra integrantes de um grupo criminoso vinculado a uma organização criminosa com atuação interestadual.
As ordens judiciais são cumpridas nos municípios de São Francisco do Conde, Camaçari e Salvador. Até o momento, dois suspeitos foram presos, sendo um em Salvador e outro em São Francisco do Conde.
Segundo as investigações, os alvos são apontados como responsáveis pela prática de tráfico de drogas, homicídios e outros crimes no município de São Francisco do Conde.
A operação mobiliza equipes do Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (Denarc) para o cumprimento das ordens judiciais e a realização dos procedimentos de polícia judiciária.
A Operação Maré Vermelha, deflagrada nesta quinta-feira (11) pela Polícia Civil da Bahia, resultou na prisão preventiva de 16 investigados e no bloqueio judicial de aproximadamente R$ 100 milhões em bens e valores ligados a uma organização criminosa investigada por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. A ação cumpriu 84 mandados de busca e apreensão em diversos estados do país.
Dos 16 presos, 11 foram localizados na Bahia, sendo dez em Salvador e um em Santo Antônio de Jesus. Outros investigados foram capturados nos estados de Minas Gerais (dois), Mato Grosso (um), São Paulo (um) e Rio de Janeiro (um). Entre as prisões realizadas, três também ocorreram em flagrante.
Durante a operação, foram realizadas oito conduções para esclarecimentos e adoção das medidas legais cabíveis, sendo seis em Salvador, uma em Camaçari e uma em Lauro de Freitas.
Foto: Divulgação / Polícia Civil da Bahia
As equipes apreenderam seis veículos, R$ 117 mil em espécie, 22,5 quilos de maconha, dois quilos de haxixe, uma pistola calibre 9 mm e uma espingarda, que foi localizada no estado de São Paulo, além de documentos e dispositivos eletrônicos que serão analisados no decorrer das investigações.
Entre os alvos da operação, os policiais localizaram um investigado no bairro de Ondina, em Salvador. Na residência dele, os policiais encontraram mais de 15 quilos de maconha armazenados em um veículo, além de porções de haxixe, maconha e drogas sintéticas.
Também foram apreendidos dispositivos eletrônicos, R$ 11 mil em espécie e uma grande quantidade de materiais utilizados para o fracionamento e comercialização de entorpecentes. O homem, que já era alvo de mandado de prisão preventiva, também foi autuado em flagrante pelos crimes constatados durante a ação.
INVESTIGAÇÕES POLICIAIS
As apurações conduzidas pelo Departamento de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (DRACO-LD) identificaram um esquema estruturado de ocultação e movimentação de recursos ilícitos, com utilização de empresas de fachada, interpostas pessoas e movimentações financeiras incompatíveis com a renda declarada dos investigados.
Segundo a investigação, a estrutura era utilizada para dissimular valores provenientes do tráfico de drogas e inserir os recursos no sistema financeiro formal.
As medidas judiciais foram cumpridas na Bahia e nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Pernambuco, Amazonas, Mato Grosso, Sergipe e Minas Gerais. Na Bahia, as ações ocorreram nos municípios de Salvador, Ipiaú, Jequié, Feira de Santana, Mucugê, Lauro de Freitas, Santo Antônio de Jesus, Itabuna, Campo Formoso e Ilha de Itaparica.
A Polícia Civil da Bahia deflagrou, na manhã desta quinta-feira (11), a Operação Maré Vermelha, para cumprir ordens judiciais contra integrantes de uma organização criminosa investigada por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Ação interestadual bloqueou cerca de R$ 100 milhões em bens e valores ligados aos investigados.
As investigações conduzidas pelo Departamento de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (DRACO-LD) identificaram um esquema estruturado de ocultação e movimentação de recursos ilícitos, com a utilização de empresas de fachada, interpostas pessoas e movimentações financeiras incompatíveis com a renda declarada dos envolvidos.
Segundo as apurações, a estrutura financeira do grupo era utilizada para dissimular a origem dos valores obtidos com o tráfico de drogas e permitir a reinserção desses recursos na economia formal. A investigação também identificou a utilização de pessoas físicas e jurídicas para movimentação patrimonial e financeira em benefício da organização criminosa.
Durante a operação, são cumpridos mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão, além da aplicação de medidas cautelares diversas, entre elas o monitoramento eletrônico de investigados por meio de tornozeleiras eletrônicas.
A operação é realizada na Bahia e nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Pernambuco, Amazonas, Mato Grosso, Sergipe e Minas Gerais, contando com a atuação integrada de unidades especializadas das Polícias Civis envolvidas.
Na Bahia, as medidas judiciais são cumpridas nos municípios de Salvador, Ipiaú, Jequié, Feira de Santana, Mucugê, Lauro de Freitas, Santo Antônio de Jesus, Itabuna, Campo Formoso e na Ilha de Itaparica.
A operação segue em andamento, com diligências e cumprimento das ordens judiciais.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Alexandre de Moraes
"Somado à escolha seletiva do levantamento somente de parte dos procedimentos e o direcionamento subjetivo de um dos interessados de quais documentos".
Disse o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ao encaminhar um ofício ao presidente da Corte, Luiz Edson Fachin, no qual cita uma "escolha seletiva" na retirada do sigilo, por André Mendonça, dos inquéritos e procedimentos ligados ao Banco Master.