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A segunda fase da Operação Luz do Amanhecer, deflagrada pela Polícia Civil durante a última semana no município de Santaluz, registrou três prisões na região. Os suspeitos eram duas mulheres, envolvidas na prática de furto qualificado e corrupção de menor, e um homem investigado por estupro de vulnerável.
Durante as diligências, duas suspeitas, de 27 e 44 anos, foram presas na quarta-feira (6), em decorrência de investigação sobre um furto ocorrido em um estabelecimento comercial no centro da cidade.
As investigações indicaram que as autoras atuaram de forma conjunta, utilizando a participação de uma criança para facilitar a subtração de mercadorias, além de posteriormente retornarem ao local para ameaçar a vítima, circunstâncias que fundamentaram a decretação da prisão preventiva pelo Poder Judiciário.
Na quinta-feira (7), um homem, de 62 anos, investigado por estupro de vulnerável, em procedimento instaurado a partir de denúncia envolvendo vítima menor de idade, teve o mandado de prisão cumprido. A apuração revelou, por meio de depoimentos e laudos periciais, indícios do crime contra a vítima.
Após o cumprimento das ordens judiciais, os custodiados foram conduzidos para exames e permanecem à disposição do Poder Judiciário.
Participaram das ações equipes da Delegacia Territorial (DT/Santaluz), com apoio da 15ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Serrinha) e do Grupo de Apoio Técnico e Tático à Investigação (GATTI/Sisal).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.