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operacao leakage
Nove pessoas foram presas durante a Operação Leakage, deflagrada nesta quarta-feira (7) pela Polícia Civil da Bahia (PC-BA). A ação investiga uma estrutura criminosa responsável pelo transporte, recebimento, armazenamento e distribuição de grandes quantidades de drogas na Bahia e Paraná. Do total, oito tiveram prisões preventivas cumpridas e uma foi presa em flagrante por porte ilegal de arma de fogo.
A ação foi realizada em Salvador, nos bairros de Stella Maris, Gamboa, Itapuã, Cidade Nova, São Caetano e Engenho de Brotas; em Lauro de Freitas, Camaçari e Feira de Santana, na Bahia; e em Cascavel, no Paraná.
Ao todo, foram cumpridos 37 mandados de busca e apreensão, que resultaram na localização de drogas sintéticas, armas, balanças de precisão, máquina de contar dinheiro, celulares e outros aparelhos eletrônicos. Também foram bloqueados até R$ 25 milhões em bens e onze veículos relacionados aos investigados.
Entre os presos estão dois homens apontados pelas investigações como responsáveis pelo recebimento dos entorpecentes e pela distribuição para diferentes pontos. Segundo a apuração, o grupo utilizava galpões para armazenar as drogas e veículos para o transporte dos carregamentos.
Para dificultar a localização dos integrantes, os investigados recorriam a dezenas de imóveis e veículos alugados. De acordo com as investigações, a utilização temporária de residências e automóveis dificultava o rastreamento da estrutura empregada no tráfico.
O grupo é investigado pelo tráfico de grandes quantidades de cocaína, com informações de que toneladas do entorpecente eram movimentadas mensalmente. As apurações apontam ainda que a droga era distribuída para diferentes organizações criminosas.
A Polícia Civil da Bahia deflagrou, nesta quarta-feira (7), a Operação Leakage que cumpre mandados judiciais contra uma estrutura criminosa responsável pelo transporte, recebimento, armazenamento e distribuição de grandes quantidades de drogas. A força-tarefa realiza ações em Salvador, Lauro de Freitas, Camaçari e Feira de Santana, na Bahia, e em Cascavel, no Paraná.
As investigações apontam que a droga era adquirida em grandes quantidades no Paraguai e passava pelo Paraná, onde o grupo realizava a transferência dos entorpecentes para Salvador e municípios do interior da Bahia. As apurações também apontaram indícios de envolvimento de integrantes do grupo com o comércio ilegal de armas de fogo.
Segundo a Polícia Civil, além dos mandados cumpridos nesta quarta, foi solicitado o bloqueio de valores de até R$25 milhões dos investigados, além de 11 veículos utilizados no transporte e na distribuição dos entorpecentes.
A operação é conduzida pelo Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (DENARC), por meio da 3ª Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (3ª DTE/BTS), e mobiliza cerca de 130 policiais civis, com apoio operacional dos Departamentos: Especializado de Investigações Criminais (DEIC); Polícia Metropolitana (DEPOM); Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (DRACO); Proteção à Mulher, Cidadania e Pessoas Vulneráveis (DPMCV); Inteligência Policial (DIP) e da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (CORE), além de equipes das polícias Civil e Militar do Paraná.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Carlos Muniz
"O povo entendeu que as obras que o governo do estado trouxe para Salvador foram muito importantes. Então essas obras influenciaram muito para que Jerônimo tivesse o êxito que teve".
Disse o presidente da Câmara Municipal de Salvador (CMS), Carlos Muniz (PSDB), avaliou que ACM Neto (União Brasil) poderia ter reduzido a diferença para Jerônimo Rodrigues (PT) nas eleições para o governo da Bahia se tivesse repetido a estratégia de visitar municípios menores adotada na campanha anterior.