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Uma operação da Polícia Federal (PF) foi deflagrada na manhã desta terça-feira (29) em Feira de Santana.

Foto: Divulgação / Polícia Federal
Intitulada de Operação Guardiões de Fogo, a ação investiga suspeitas de fraude na obtenção e manutenção de registros de Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC) e possíveis irregularidades relacionadas à posse e ao controle de armas.
Nos dois mandados de busca e apreensão cumpridos, os agentes apreenderam 44 armas de diferentes calibres e modelos, incluindo revólveres, pistolas, fuzis e espingardas. Também foram encontrados R$ 535 mil em espécie e cheques que somam aproximadamente R$ 1 milhão.

Foto: Divulgação / Polícia Federal
Segundo a PF, os investigados teriam apresentado informações e documentos falsos no processo de obtenção do Certificado de Registro de CAC junto ao Exército Brasileiro.
A suspeita é de que informações sobre uma investigação criminal anterior tenham sido omitidas durante a análise dos requisitos para a concessão do registro.

Foto: Divulgação / Polícia Federal
Ainda segundo a PF, os investigados poderão responder por falsidade ideológica e uso de documento falso, além de outros crimes que eventualmente sejam identificados no decorrer das investigações.
A Polícia Federal (PF) e a Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) deflagraram, nesta terça-feira (1), a Operação Guardiões de Fogo para investigar a posse irregular de arma de fogo de uso restrito, obtida por um ex-policial militar por meio de fraude no processo de concessão de registro de Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC).
A ação cumpre um mandado de busca e apreensão em Salvador. As investigações apontam que o suspeito, que está custodiado no Complexo Penal de Juazeiro, obteve o Certificado de Registro (CR) de CAC sem atender ao requisito legal de idoneidade.
As corporações apuram indícios de omissão de informações e de utilização de elementos inidôneos no procedimento administrativo e essa irregularidade teria viabilizado a concessão do registro. As diligências prosseguem para apurar eventual envolvimento de outras pessoas nos fatos.
Se condenado pelos crimes que lhe são imputados, o investigado poderá ser submetido a penas que, somadas, ultrapassam 10 anos de reclusão.
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Pérolas do Dia
Geraldo Alckmin
"Nós temos que fazer a economia crescer, o PIB crescer, o emprego crescer, e segurar a despesa. Aí você melhora a relação dívida/PIB".
Disse o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB) ao defender a realização de um ajuste fiscal, porém com foco em cortes de privilégios e "super salários", criticando a possibilidade de penalizar aposentados e a classe média.