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O Instituto Nacional de Tecnologia e Saúde (INTS), investigado pela Polícia Federal (PF) na Operação Dia Zero, disse estar à disposição das autoridades para a apuração do caso. Em nota enviada à imprensa nesta quinta-feira (12), a INTS apontou que estará “disponível para prestar todos os esclarecimentos necessários”.
À imprensa, a empresa não deu detalhes acerca da acusação de participação no esquema sobre supostas irregularidades em contratos de gestão da saúde, mas garantiu que entregou todos os documentos para as autoridades.
A fraude, que tem a entidade apontada como participante no contrato, é relacionada a supostos esquemas em favorecimento de processos licitatórios, peculato, corrupção ativa e passiva, associação à organização criminosa e lavagem de dinheiro.
No comunicado, a organização social admitiu que o contrato investigado pela Polícia Federal, é associado ao de nº 193/2013, firmado com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), teve vigência entre 2013 e 2019. Em seguida, o contrato foi encerrado entre o instituto e a gestão municipal anterior.
A empresa afirmou ainda no comunicado que “está inteiramente à disposição das autoridades competentes para prestar todos os esclarecimentos necessários”.
O Instituto complementou indicando ainda “sua confiança na atuação das autoridades e reitera seu compromisso com a verdade, a legalidade e a integridade de seus processos”.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.