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Artigos

Nilson Araújo
O novo perfil do corretor de imóveis e os caminhos para um mercado cada vez mais profissional
Foto: Divulgação

O novo perfil do corretor de imóveis e os caminhos para um mercado cada vez mais profissional

Em agosto, quando celebramos o Dia Nacional do Corretor de Imóveis (dia 27), é importante olhar para além da data comemorativa e refletir sobre as transformações que vêm moldando a profissão e o próprio mercado imobiliário. O corretor de hoje já não é apenas o profissional responsável por aproximar comprador e vendedor. Ele precisa estar preparado para interpretar dados, compreender tendências, utilizar novas tecnologias, produzir conteúdo, construir relacionamentos e, sobretudo, oferecer uma experiência cada vez mais qualificada ao cliente.

Multimídia

Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes

Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Durante entrevista ao podcast Projeto Prisma, do projeto Vota BN, nesta segunda-feira (24), o senador Angelo Coronel (Republicanos) afirmou que o Senado Federal não pode atuar como um "puxadinho" do Poder Executivo e declarou que não pretende exercer um mandato "chapa-branca" para o governo de plantão.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

operacao carbono oculto

Empréstimo do Banco Master entra na mira de investigação sobre estádio da Copa na Argentina
Foto: Divulgação

O Banco Master tornou-se alvo de uma investigação que envolve o futebol argentino. Segundo a coluna de Demétrio Vecchioli, do Metrópoles, um empréstimo de R$ 450 milhões concedido pelo banco à empresa brasileira Revee passou a ser analisado em meio a apurações sobre a concessão de um estádio histórico da Argentina.

 

O caso envolve o Estádio José María Minella, em Mar del Plata, construído para a Copa do Mundo de 1978. O estádio fez parte do pacote de concessão do Parque Municipal de los Deportes Teodoro Bronzini, que também inclui o ginásio Islas Malvinas.

 

De acordo com a reportagem, a cédula de crédito bancário do Master foi apresentada, traduzida para o espanhol, como prova da capacidade financeira da Revee no processo de concessão. A empresa também teria anexado uma declaração afirmando que US$ 26 milhões, cerca de R$ 148 milhões à época, já estavam reservados para obras na Argentina.

 

A concessão é investigada no contexto do chamado caso Sur Finanzas, apuração que trata de suspeitas de lavagem de dinheiro, desvio de recursos e fraude bancária envolvendo a Associação do Futebol Argentino (AFA) e ex-dirigentes do Banfield.

 

A concessionária responsável pelo projeto é a Minella Stadium SA, criada para disputar a concessão em Mar del Plata. Segundo o Metrópoles, a estrutura envolve a Revee e uma sociedade anônima argentina ligada a ex-dirigentes do Banfield.

 

O principal ponto de conexão com o caso Master é que o empréstimo de R$ 450 milhões serviu como uma das garantias apresentadas pela Revee para demonstrar capacidade financeira no processo. A operação também está sob análise da Polícia Federal (PF) em meio a uma lista de transações suspeitas envolvendo o banco.

 

Ainda de acordo com a reportagem, o Ministério Público argentino avalia pedir cooperação internacional com a PF para investigar possíveis conexões entre alvos da Operação Carbono Oculto e irregularidades na concessão do estádio.

 

O Estádio José María Minella, conhecido como “Mondialista”, recebeu jogos da Seleção Brasileira na primeira fase da Copa de 1978. A promessa da concessão era transformar o equipamento em uma arena com padrão Federação Internacional de Futebol Associado (Fifa) e capacidade para 35 mil pessoas, além de recuperar o ginásio Islas Malvinas.

 

Mais de um ano após a assinatura da concessão, porém, as obras pouco avançaram. Segundo a coluna, o estádio chegou a ficar sem energia por falta de pagamento, e as dívidas com fornecedores e trabalhadores já se aproximam de R$ 5 milhões.

 

A Revee afirmou ao Metrópoles que repassou sua participação na concessionária há cerca de dois meses e que cumpriu suas obrigações enquanto esteve à frente da operação. A empresa também disse não integrar o grupo Sur Finanzas nem manter vínculo societário ou operacional com ele.

Receita Federal deflagra 2ª fase da Operação Carbono Oculto contra lavagem de dinheiro do PCC com fintechs
Foto: Divulgação/MP-SP

A Receita Federal e o grupo de atuação e combate ao crime organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo realizaram, na manhã desta quinta-feira (28), a nova fase da Operação Carbono Oculto, que apura a infiltração do Primeiro Comando da Capital (PCC) no setor de combustíveis.

 

A ação, batizada de Fluxo Oculto, cumpre 59 mandados de busca e apreensão em cinco estados: São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. Segundo o g1, a segunda fase da operação tem como foco revelar que, mesmo após a deflagração da Carbono Oculto, em agosto de 2025, a organização criminosa continuou agindo para lavar dinheiro, adulterar combustíveis e sonegar impostos.

 

Os principais alvos são empresários, operadores logísticos e laranjas do esquema, que, segundo a investigação, continuaram atuando mesmo após operações policiais anteriores, como a Carbono Oculto, evidenciando alto grau de organização. O grupo passou, por exemplo, a concentrar movimentações de dezenas de postos para tentar despistar fiscalização e as investigações.

 

Em um dos casos, as operações de 56 postos de combustíveis eram feitas em uma única conta. Além disso, os alvos migraram, nos últimos meses, recursos entre várias fintechs e usaram novas empresas para substituir antigas já expostas.

Operação Carbono Oculto: Presidente do União Brasil, Antônio Rueda, é citado em investigação por vínculos com PCC
Foto: Divulgação / União Brasil

O presidente nacional do União Brasil, advogado Antônio Rueda, teria aparecido na investigação na Operação Carbono Oculto, da Polícia Federal, que apura a infiltração da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) no setor de combustíveis e no sistema financeiro. Segundo apuração do portal Metrópoles, Rueda seria o proprietário oculto de jatos executivos registrados em nome de terceiros e de fundos de investimento suspeitos.

 

As aeronaves – um Cessna 560XL, um Cessna 525A, um Raytheon R390 e um Gulfstream G200 – são operadas pela Táxi Aéreo Piracicaba (TAP), empresa que também prestou serviços a dois dos principais investigados da operação: Roberto Augusto Leme da Silva ("Beto Louco") e Mohamad Hussein Mourad ("Primo"), dono da refinaria Copape. A TAP é conhecida por atender políticos e empresários.

 

O jato Cessna 560XL (registro PRLPG) está formalmente em nome da Magik Aviation, vinculada à Bariloche Participações S.A., presidida pelos empresários Haroldo Augusto Filho e Valdoir Slapak, do grupo de mineração Fource. Ambos foram alvos de buscas na Operação Sisamnes, que investiga venda de sentenças no STJ.

 

A Bariloche recebe recursos do fundo homônimo (Bariloche FIP), que por sua vez tem capital do fundo Viena, da gestora Genial – este último caracterizado como "fundo caixa-preta" e mencionado nas investigações do Carbono Oculto.

 

Os fundos Bariloche FIP e Viena apresentam "abstenção de opinião de auditoria" na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), indicando que não entregaram documentos para auditoria independente – prática comum em esquemas de ocultação de patrimônio. Investigadores suspeitam que a estrutura foi usada para lavar dinheiro do PCC.

 

A Operação Carbono Oculto, deflagrada em agosto de 2024 pelo Ministério Público de São Paulo com PF e Receita Federal, revelou que o PCC controlava postos de combustíveis que movimentaram R$ 50 bilhões entre 2020 e 2024. A facção infiltrou-se em toda a cadeia – da importação à distribuição – e usou fintechs e fundos para legalizar recursos ilícitos.

 

O União Brasil e Rueda ainda não se manifestaram sobre as investigações.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Tenho pra mim que os propagandistas estão tontos com as "mudernidades". É tanto celular gravando o tempo inteiro, IA, implante capilar e trend, que tá faltando proposta e política. O problema é que mesmo quem faz política tá enfrentando outro bicho: o ciúme. Mas tem amizades que se provam com o tempo. O Galego que o diga... Saiba mais!

Pérolas do Dia

Bruno Monteiro

Bruno Monteiro
Foto: Ainoã Teles / Bahia Notícias

"Nossa campanha é uma só".


Disse o secretário de Cultura da Bahia Bruno Monteiro ao comentar a relação das campanha ao governo da Bahia e a disputa presidencial. 

Podcast

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o pré-candidato ao Senado Federal Angelo Coronel (Republicanos) nesta segunda

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A sabatina faz parte da série especial "Vota BN", dedicada a entrevistar os principais candidatos ao Senado e ao Governo do Estado.

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