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Artigos

Walter Viterbo da Silva Neto
Lula aos 81 anos: estresse, saúde mental e mais quatro anos na Presidência
Foto: Acervo pessoal

Lula aos 81 anos: estresse, saúde mental e mais quatro anos na Presidência

O desafio pode fazer bem. O risco está na pressão sem recuperação — e isso vale para qualquer pessoa que trabalhe sob grande exigência depois dos 80.

Multimídia

Cezar Leite afirma que título a Flávio Bolsonaro sofreu ataques por causa das eleições

Cezar Leite afirma que título a Flávio Bolsonaro sofreu ataques por causa das eleições
O vereador de Salvador Cezar Leite (PL) atribuiu a repercussão da entrega do Título de Cidadão Soteropolitano ao senador Flávio Bolsonaro (PL) ao cenário eleitoral. Em entrevista ao Projeto Prisma, do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (26), ele comparou a homenagem a outras concedidas a figuras nacionais e criticou a tentativa de barrar a solenidade na Justiça.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

olimpiadas de londres

"Não foi um problema técnico", diz Mari Steinbrecher sobre corte pré-Londres-2012
Foto: Alexandre Arruda / CBV

Integrante da Seleção Brasileira que conquistou a primeira medalha de ouro olímpica do vôlei feminino, nos Jogos de Pequim, em 2008, Mari Steinbrecher revelou detalhes inéditos sobre um dos episódios mais marcantes — e dolorosos — de sua carreira. Aos 42 anos e aposentada desde 2021, quando deixou o Fluminense, a ex-ponteira afirmou que o corte da seleção às vésperas da Olimpíada de Londres, em 2012, não teve relação com critérios técnicos, como se especulou à época.

 

Em entrevista ao podcast Basticast, do aplicativo 365Scores, Mari afirmou que a versão difundida ao longo dos anos não corresponde ao que, segundo ela, ocorreu internamente no grupo.

 

"Até hoje todo mundo acha que eu fui cortada por um problema técnico e não foi", disse.

 

O desligamento ocorreu cinco dias antes do embarque para Londres, em um momento que, segundo a ex-atleta, foi tratado de forma direta e abrupta pelo então técnico da seleção, José Roberto Guimarães. Apesar do impacto, Mari afirmou que hoje não guarda ressentimentos, embora tenha ficado um período sem contato com o treinador após o episódio.

 

Ao relembrar o dia do corte, ela descreveu a conversa com o comandante da Seleção.

 

"No dia do corte, eu estava voltando da lavanderia, ele me chamou e falou: ‘então, temos um problema, vamos ter que nos separar porque eu não confio em você’. Aí eu falei: ‘tá bom, vou pegar minhas coisas. Posso ir embora?’ Ele respondeu que sim e foi assim", relatou.

 

Segundo Mari, a decisão surpreendeu não apenas a ela, mas também às companheiras de equipe, que não tinham conhecimento prévio da mudança no grupo.

 

"Eu entrei no quarto e falei que tinha sido cortada, ia arrumar minhas coisas para ir embora. Todo mundo veio chorando me abraçar, pegou todo mundo de surpresa."

 

Peça importante do ciclo olímpico que culminou no ouro em 2008, Mari Steinbrecher teve trajetória marcante na Seleção Brasileira e em clubes nacionais e internacionais. O relato traz à tona bastidores pouco conhecidos de um período decisivo do vôlei feminino brasileiro, sem alterar o status da campanha histórica que consolidou o país como potência mundial na modalidade.

"Não foi um problema técnico", diz Mari Steinbrecher sobre corte pré-Londres-2012
Foto: Alexandre Arruda / CBV

Integrante da Seleção Brasileira que conquistou a primeira medalha de ouro olímpica do vôlei feminino, nos Jogos de Pequim, em 2008, Mari Steinbrecher revelou detalhes inéditos sobre um dos episódios mais marcantes — e dolorosos — de sua carreira. Aos 42 anos e aposentada desde 2021, quando deixou o Fluminense, a ex-ponteira afirmou que o corte da seleção às vésperas da Olimpíada de Londres, em 2012, não teve relação com critérios técnicos, como se especulou à época.

 

Em entrevista ao podcast Basticast, do aplicativo 365Scores, Mari afirmou que a versão difundida ao longo dos anos não corresponde ao que, segundo ela, ocorreu internamente no grupo.

 

"Até hoje todo mundo acha que eu fui cortada por um problema técnico e não foi", disse.

 

O desligamento ocorreu cinco dias antes do embarque para Londres, em um momento que, segundo a ex-atleta, foi tratado de forma direta e abrupta pelo então técnico da seleção, José Roberto Guimarães. Apesar do impacto, Mari afirmou que hoje não guarda ressentimentos, embora tenha ficado um período sem contato com o treinador após o episódio.

 

Ao relembrar o dia do corte, ela descreveu a conversa com o comandante da Seleção.

 

"No dia do corte, eu estava voltando da lavanderia, ele me chamou e falou: ‘então, temos um problema, vamos ter que nos separar porque eu não confio em você’. Aí eu falei: ‘tá bom, vou pegar minhas coisas. Posso ir embora?’ Ele respondeu que sim e foi assim", relatou.

 

Segundo Mari, a decisão surpreendeu não apenas a ela, mas também às companheiras de equipe, que não tinham conhecimento prévio da mudança no grupo.

 

"Eu entrei no quarto e falei que tinha sido cortada, ia arrumar minhas coisas para ir embora. Todo mundo veio chorando me abraçar, pegou todo mundo de surpresa."

 

Peça importante do ciclo olímpico que culminou no ouro em 2008, Mari Steinbrecher teve trajetória marcante na Seleção Brasileira e em clubes nacionais e internacionais. O relato traz à tona bastidores pouco conhecidos de um período decisivo do vôlei feminino brasileiro, sem alterar o status da campanha histórica que consolidou o país como potência mundial na modalidade.

'A classe média não assiste à Record', afirma Ana Paula Padrão
A jornalista Ana Paula Padrão, âncora do "Jornal da Record" e estrela da cobertura nos Jogos Olímpicos de Londres afirmou, em entrevista ao Programa Ooops!, do UOL, ter certeza que boa parte das pessoas e críticos que atacam a Record não assiste à emissora. Ana Paula, que já trabalhou no SBT e na Globo, afirmou ainda que em questão de linha editorial jornalística a Globo e a Record possuem posturas “diametralmente opostas”.
 
"Um dos exemplos de que a classe média não assiste à Record eu noto quando vou a Brasília (uma terra de classe média e média-alta). Muita gente que me para na rua logo pergunta: Onde você está hoje? O que está fazendo? (em qual emissora). Eles não sabem. Em compensação, quando vou fazer uma matéria na periferia as pessoas me chamam pelo nome, me pegam pela mão e me levam até onde está um buraco enorme na rua, ou um terreno com lixo. As pessoas simples sabem quem eu sou (e onde trabalho)", afirma. 
 
Ana Paula também não se esquivou das perguntas sobre as críticas que a emissora recebe por causa de seu acionista majoritário, Edir Macedo, ser um líder religioso. "Todo dono de emissora tem sua posição política, sua religião, sua posição na sociedade. Não acho que isso (a religião de Macedo) seja algo relevante (para o trabalho jornalístico)", declarou.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Depois das eleições, o fogo amigo começou mais rápido do que eu imaginava. Enquanto isso, cada um se desobriga a ter coerência e vai tentar garantir o seu quinhão. Difícil tá a vida do Ferragamo, com o clima nos bastidores da prefeitura. Mas o lado do Cacique também não está tão tranquilo assim. E lógico que o primeiro alvo já foi definido. E nem o Correria escapa em Brasília. Já na Câmara, sobrou pra Mumu dizer amém pra Missa Filho. Só falta descobrir quanto tempo o clima de paz vai reinar. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Valdemar Costa Neto

Valdemar Costa Neto
Foto: Reprodução / CNN Brasil

"Não gostei".


Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior. 
 

Podcast

Projeto Prisma entrevista o vereador de Salvador Cezar Leite nesta segunda

Projeto Prisma entrevista o vereador de Salvador Cezar Leite nesta segunda
Foto: Projeto Prisma
O vereador de Salvador, Cezar Leite (PL), é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira (26). O programa é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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