Artigos
E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?
Multimídia
Mansur diz que candidatura feminina no PSOL deve ser decidida pelas mulheres
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
oceanos
Um projeto de lei, protocolado pelo vereador André Fraga (PV), busca a inclusão de cultura oceânica nas escolas de Salvador. Tramitando na Câmara Municipal, o objetivo da proposição é gerar, na capital baiana, mais participação civil e formação de pessoas na preservação dos oceanos, que é celebrado mundialmente nesta quinta-feira (8).
“Moramos em uma cidade litorânea e os oceanos ocupam papel central em nossa economia na mesma medida em que são centrais na nossa cultura. O PL traz essa transversalidade para a sala de aula, propondo seguir o exemplo de outras cidades do Brasil em que os profissionais são capacitados para tratar a cultura oceânica para além das temáticas ambientais. A aprovação da lei colocaria a cidade em destaque e referência", disse Fraga.
Atualmente, de acordo com a Folha de S. Paulo, o Brasil tem apenas dois estados — Paraíba e Ceará — e 11 municípios com leis de inclusão da cultura oceânica no currículo escolar. São eles: Santos (SP), Rio de Janeiro (RJ) Itarema (CE), Aracajú (CE), Camocim (CE), Caucaia (CE), Fortim (CE), Vila Velha (ES), João Pessoa (PB), Areia Branca (RN), e Maceió (AL).
Já o governo federal, por meio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), lançou, em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), os editais “Escola Azul” e "Olimpíada do Oceano”, que incentivam a cultura oceânica dentro das escolas de todo o país.
“Queremos que Salvador siga o exemplo nacional e também estabeleça projetos de incentivo à cultura oceânica. Podem ser feiras de ciência, produções artísticas, culturais e até tecnológicas que trabalhem com os jovens desde cedo e os engajem nessa luta”, completou o vereador.
Cinco brasileiros estão entre os 10 finalistas da edição 2018 do prêmio literário Oceanos, que contou com a inscrição de 1.364 autores de língua portuguesa de qualquer lugar do mundo. "Pai, Pai", de João Silvério Trevisan (romance), "Câmera Lenta", de Marília Garcia (poesia), "A noite da espera", de Milton Hatoum (romance), "Antiboi", de Ricardo Aleixo (poesia) e "Anjo noturno", de Sérgio Sant'anna (contos) são as obras brasileiras que concorrem ao prêmio de R$ 100 mil, ao lado de três portugueses e dois moçambicanos.
Finalistas
"Hoje Estarás Comigo no Paraíso", de Bruno Vieira Amaral (romance /
Portugal)
"As Pessoas do Drama", de H. G. Cancela (romance / Portugal)
"Pai, Pai", de João Silvério Trevisan (romance / Brasil)
"O Deus Restante", de Luis Carlos Patraquim (poesia / Moçambique)
"A Noite imóvel", de Luís Quintais (poesia / Portugal)
"Câmera Lenta", de Marília Garcia (poesia / Brasil)
"Vácuos", de Mbate Pedro (poesia / Moçambique)
"A noite da espera", de Milton Hatoum (romance / Brasil)
"Antiboi", de Ricardo Aleixo (poesia / Brasil)
"Anjo noturno", de Sérgio Sant'anna (contos / Brasil)
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.