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Se no cinema as grandes sagas ganham capítulos épicos, no mar elas são escritas com vento, gelo e resistência. Aos 83 anos, o navegador Aleixo Belov encerra mais um desses capítulos: a sexta volta ao mundo a bordo do veleiro-escola Fraternidade, após cruzar a Passagem Nordeste, na Sibéria, uma das rotas marítimas mais desafiadoras do planeta.
O retorno a Salvador acontece no próximo dia 28 de fevereiro, sábado. A chegada da embarcação ao 2º Distrito Naval da Marinha do Brasil, na Avenida das Naus, no Comércio, está prevista para às 10h, com programação aberta ao público a partir das 9h.
A expedição começou em 12 de abril do ano passado e durou dez meses. Durante o percurso, o Fraternidade atravessou o Estreito de Bering e enfrentou condições extremas de temperatura, vento e gelo.
Para marcar a chegada, a Fundação Aleixo Belov preparou uma estrutura voltada ao público, com apresentação da banda Marujada, exposição de fotografias feitas ao longo da viagem e exibição de um filme sobre a travessia.
Serão disponibilizados 500 ingressos gratuitos. O acesso pode ser retirado pela plataforma Sympla ou presencialmente na recepção do Museu do Mar de Aleixo Belov.
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O partido de oposição de centro-direita da Groenlândia, Demokraatit, venceu a eleição parlamentar realizada na terça-feira (11), superando a coalizão de esquerda, com 29,9% dos votos. O resultado foi divulgado nesta quarta-feira (12).
A Groenlândia é um território dinamarquês autônomo, e está localizada entre o Atlântico Norte e o Oceano Ártico. Em seu posicionamento, o Demokraatit, que favorece uma abordagem lenta para a independência da Dinamarca, enquanto o partido de oposição Naleraq favorece a independência rápida e terminou a votação com 24,5%.
Nas eleições deste ano, a votação dominada pela promessa do presidente dos EUA, Donald Trump, de assumir o controle do território. Desde que foi reeleito, Donald Trump prometeu tomar a Groenlândia, dizendo que é vital para os interesses de segurança dos EUA.
Segundo a CNN internacional, a uma ideia rejeitada pela maioria dos 57 mil groenlandeses. A atividade militar na região foi intensificada pela corrida geopolítica pelo domínio no Ártico, onde o derretimento das calotas polares está tornando seus recursos mais acessíveis e abrindo novas rotas de navegação.
“As pessoas querem mudança… queremos mais negócios para financiar nosso bem-estar. Não queremos independência amanhã, queremos uma boa base”, afirmou Jens-Frederik Nielsen, líder do Demokraatit e ex-ministro da indústria e minerais.
A Groenlândia é uma antiga colônia dinamarquesa e é um território desde 1953. Ela ganhou alguma autonomia em 1979, quando seu primeiro parlamento foi formado, mas Copenhague ainda controla relações exteriores, defesa e política monetária e fornece pouco menos de US$ 1 bilhão por ano para a economia.
Em 2009, ganhou o direito de declarar independência total por meio de um referendo, embora não o tenha feito por preocupação de que os padrões de vida cairiam sem o apoio econômico da Dinamarca. As informações são da CNN Brasil.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.