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novos trens
O Governo da Bahia, por meio da Companhia de Transportes do Estado da Bahia (CTB), suspendeu a compra de 10 novos trens para o metrô de Salvador e Lauro de Freitas (SMSL). O anúncio da suspensão foi publicado no Diário Oficial do Estado (DOE), do último sábado (15). Segundo a medida, o processo licitatório para adquirir os novos modais foi revogado pela CTB.
O motivo da suspensão não foi revelado pela entidade. Vale lembrar que no mês de junho, o consórcio chinês CRRC Changchun Railway Vehicles Co. Ltda foi desclassificado da licitação. Na época, a empresa chinesa ofereceu o fornecimento por R$ 490.376.287,44 (cerca de 490 milhões). A proposta foi analisada em janeiro e, em junho deste ano, a licitante chinesa foi rejeitada por descumprimento do item 12.2 do edital de licitação.
Outra empresa que apareceu no edital foi o consórcio francês do Grupo Alstom que, na sessão pública de preços, ofereceu R$ 614.420.048,20 (cerca de seiscentos e quatorze milhões).
Com isso, a suspensão chega após quase 10 meses de trâmites. Em agosto do ano passado, a licitação já havia sido suspensa pela CTB. O procedimento foi interompido até nova deliberação em razão da necessidade de adequação do edital.
NOVOS TRENS
Em junho, foi divulgado o edital de licitação para as obras do Tramo IV do Sistema Metroviário Salvador–Lauro de Freitas. O trecho terá 1,1 km de extensão em túnel, ligando a Estação da Lapa ao Campo Grande, e representa uma nova etapa da mobilidade urbana da capital baiana.
Além da obra física, também foi lançado o edital para a aquisição de 10 novos trens, modernos e com capacidade para 1.250 passageiros cada. Essa nova frota terá custo de R$ 648,4 milhões, dos quais R$ 616 milhões são oriundos do governo federal e R$ 32,4 milhões do governo estadual.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Gabriel Galípolo
"Esse é um tipo de comportamento que não é desejável, que deve ser coibido e inibido pelos reguladores e pela gente, por isso que a gente vem trabalhando muito com o FGC, numa sucessão de medidas".
Disse o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo ao criticar a pressão de instituições não bancárias para usar o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) na captação de varejo.