Artigos
Eleições 2026 e Violência Política de Gênero
Multimídia
Duda Sanches critica segurança do estado e dispara sobre violência: "a Bahia já virou o Rio de Janeiro"
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
novo hamburgo
Após receber um tiro do caminhoneiro, o policial Rodrigo Weber Volz morreu nesta quinta-feira (24). A informação foi confirmada pela Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH).
O policial é a quarta vítima confirmada do atirador, que matou também o pai, Eugenio Crippa; o irmão Everton Luciano Crippa; e o policial militar Everton Raniere Kirsch Junior.
O caminhoneiro abriu fogo após ser denunciado por manter familiares em cárcere privado em casa. Outras nove pessoas foram baleadas, incluindo a mãe e a cunhada de Edson.
A mãe do atirador e a cunhada seguem internadas na UTI da Fundação Hospital Centenário, no município vizinho de São Leopoldo. O quadro das duas é estável.
Um homem de 45 anos fez a própria família refém, matou o pai, o irmão e um policial militar a tiros em Novo Hamburgo, na Região Metropolitana de Porto Alegre. O caso foi registrado na noite da última terça-feira (22) e segundo as informações, outras nove pessoas ficaram feridas na ação.
Segundo o G1 RS, a polícia entrou na casa após nove horas e encontrou o atirador morto dentro do imóvel na manhã desta quarta (23).
A polícia foi acionada após receber denúncias de que os pais do atirador eram mantidos em cárcere privado. No momento em que o criminoso viu os agentes, atirou contra eles e contra os familiares.
Além do pai do homem, estavam no imóvel a mãe e a cunhada dele. Todos foram atingidos por disparos de arma de fogo após a chegada dos policiais.
Os três mortos foram identificados como: Eugênio Crippa, de 74 anos, pai do atirador; Everton Crippa, 49 anos, irmão dele; e o policial militar Everton Kirsch Júnior, de 31 anos. Os outros feridos são seis policiais e um guarda municipal.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Léo Kret
"Estou aqui ó, com meu pai, com minha mãe, na minha casa. Dizendo que eu estou presa. Meu nome apenas foi mencionado numa investigação com um contrato que eu nem assino".
Disse a ex-vereadora de Salvador e cantora Léo Kret ao se pronunciar após ter se tornado alvo de busca e apreensão durante uma operação do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).