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O lançamento da primeira edição da revista “Nova Bahia”, na noite desta terça-feira (20), foi liderado pela Secretaria de Comunicação (Secom) do governo do estado, mas contou com a contribuição direta de um revisor inusitado: o próprio governador, Jerônimo Rodrigues. Segundo o secretário de comunicação do Estado, André Curvello, não só o petista leu todas as 366 páginas do projeto entregue hoje, como a versão anterior, que era ainda mais extensa.

“A revista era maior até, mas o governador resolveu cortar algumas coisas. Mas tudo isso que nós falamos foi muito interessante, pois entreguei a revista pra ele, numa das missões internacionais, eu não esperava que ele fosse ler todas as páginas, mas ele leu e contribuiu e criticou muito. A reunião que ele convocou com as assessorias de comunicação terminou sendo um aprendizado, pois quem tem o sentimento da liderança consegue traçar muita informação nova, ele tem o governo na cabeça, tem o planejamento e isso orienta muito a gente para transformar tudo isso em notícia", contou Curvello ao Bahia Notícias.
Questionado sobre algum tema que teria tido mais atenção de Jerônimo, Curvello admitiu: "Ele rabiscou a revista toda. Ele opinou em fotografias, legendas, temas... Tenho certeza de que na próxima ele vai rabiscar muito e vamos continuar fazendo com muito zelo, porque nada mais é do que uma prestação de contas”.

A produção da revista é resultado de um trabalho conjunto, que contou com a colaboração de jornalistas e repórteres fotográficos de todas as assessorias das secretarias e órgãos do Estado, além de profissionais de design gráfico e técnicos do Governo. A publicação, apresentada em evento no Teatro Castro Alves (TCA), aborda 36 temas relacionados aos principais investimentos, entregas e ações realizadas pelo Governo do Estado, no ano de 2023, e trazendo dados e entrevistas com gestores das principais pastas do governo.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Júlio Pinheiro
“Eu acho que na democracia cabe a representação de qualquer forma, desde que ela seja validada pelas urnas. Eu entendo que a rede social é um instrumento, ela não pode ser a base política, porque a base política ela precisa expressar anseios da sociedade que sejam calcados em coisas concretas, certo?".
Disse o deputado estadual eleito Júlio Pinheiro (PT), ao comentar em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na Antena 1 Salvador (100.1) nesta segunda-feira (21), sobre a popularização da modalidade de “políticos influencers”, aqueles parlamentares que se elegem com forte apelo das redes sociais e conteúdos virais. Segundo o ex-prefeito de Amargosa, “na democracia cabe a representação de qualquer forma”, mas é necessário avaliar o conteúdo produzido e incentivado pelos candidatos nas redes sociais.