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Após a campanha histórica em Roland Garros, onde chegou à semifinal do torneio e entrou no top 10 do ranking da WTA (em inglês, Associação de Tênis Feminino), Bia Haddad estreou nesta terça-feira (13) no WTA 250 de Nottingham e acabou derrotada pela ucraniana Daria Snigur, número 157 do mundo, em dois sets, com parciais de 6-4 e 6-3 em 1h19 de partida.
A brasileira é a atual campeã do WTA 250 de Nottingham, torneio de grama, porém não demonstrou adaptação à superfície e sofreu com os golpes mais "retos" da adversária de 21 anos.
"Eu já conhecia a Snigur e ela é uma jogadora perigosa nesse piso, fez uma boa partida. Da minha parte, fiz dois bons treinos anteriores à partida, mas ao longo do jogo não consegui me encontrar, sobretudo com as devoluções e as primeiras bolas. Isso no jogo de grama é a base de tudo. Foi importante já ter essa vivência oficial e espero evoluir nos próximos dias", falou a tenista brasileira após a derrota.
Bia Haddad agora segue para o WTA 250 de Birmingham, onde também defende o título, antes de participar do Gram Slam de Wimbledon, que começa no próximo dia 3 de julho.
Apesar da derrota precoce e surpreendente, Bia não corre risco de perder mais de uma posição no ranking mundial da WTA. Atual número 10 do mundo, ela só perderá a posição caso a russa Veronika Kudermetova vença o WTA 250 de Rosmalen, na Holanda.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.