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nina soares
Os empresários e criadores do Movimento Black Money - MBM, Nina e Alan Soares, falaram, neste sábado (04), durante aparição no festival Liberatum, sobre a importância da movimentação de renda entre empreendedores e produtores culturais negros.
Na ocasião, Nina explica a importância de eventos que valorizem e impulsionem o mercado profissional negro. “A possibilidade e estratégia de investir em revoluções como essa. A possibilidade de investir em negócios como o meu, em imprensas pretas e principalmente em trazer a pauta do Black Money como uma pauta de inclusão produtiva e desenvolvimento econômico do país”, ressalta.
Fundado em 2017, o MBM é um projeto que busca impulsionar produtores e empresários negros em todo o Brasil. Como referência no empreendedorismo negro, Alan define a sua concepção de liderança preta como coragem e visão. “Hoje em dia a gente diluiu a ideia de liderança justamente por estar no spotlight, estar buscando atenção e ser popular, nunca seguindo o caminho que é o da coragem de dizer o que precisa ser dito”, e acrescenta: “A prefeitura de Salvador colocar um evento como esse, que é de pessoas negras, falando para pessoas negras, sobre pessoas negras é um evento de coragem, porque a gente sabe que a sociedade é xenofóbica, que a sociedade é racista e não integra dinheiro pra fazer um evento como esse. Mesmo assim eles tiveram coragem de fazer, isso tem haver com liderança. Um líder precisa ser um visionário”, declarou.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.