Artigos
A mãe da gula
Multimídia
Deputado Adolfo Menezes critica gastos com cachês de artistas em festas no interior da Bahia
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
nice
Natural de Salvador, o zagueiro Dante definiu os próximos passos da carreira e deixará os gramados ao fim da temporada europeia. Aos 42 anos, o defensor do Nice iniciará trajetória como treinador e assumirá a equipe sub-23 do Bayern de Munique.
A informação foi divulgada pelo jornalista Florian Plettenberg, que apontou a escolha de Dante para substituir Holger Seitz no comando da equipe. O contrato entre as partes já foi firmado.
O encerramento da carreira marca o fim de uma trajetória de mais de duas décadas no futebol profissional, grande parte construída na Europa. Desde 2016 no Nice, o defensor se consolidou como uma das referências do clube francês.
Antes disso, teve passagens relevantes pelo futebol alemão, atuando por Wolfsburg, Bayern de Munique e Borussia Mönchengladbach entre 2009 e 2016. No Bayern, viveu o período mais vitorioso da carreira, com conquistas que incluem a Liga dos Campeões.
Dante atua no futebol europeu desde 2004, quando deixou o Esporte Clube Juventude rumo ao Lille. No cenário internacional, também integrou a Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2014, disputada no Brasil.
Apesar da longa carreira fora do país, o zagueiro manteve o vínculo afetivo com o Bahia, clube pelo qual declara torcida e revelou o desejo de atuar no futebol brasileiro.
“A gente tem essa curiosidade (de jogar no Brasil). Quando joguei no Campeonato Brasileiro eu tinha 18, 19 anos só. Então tenho essa curiosidade, porque a gente gosta daquele calor humano brasileiro, aquela forma de torcer, aquela coisa calorosa, aquela coisa apaixonada. Eu adoro isso", disse, em entrevista à ESPN.
"Agora, sinceramente, o único clube que eu penso em um dia em jogar no Brasil seria o Bahia, que é meu clube de coração e o clube que, só de eu falar e eu imaginar um dia jogando por esse clube, desencadeia uma emoção dentro de mim. É uma alegria muito grande só imaginar. Seria esse o meu objetivo, mas devido ao projeto do clube (Nice), que eu já estou aqui há oito anos, está sendo difícil de realizar esse sonho de ir no Bahia", completou.
Após ser condenado por agressão sexual em 2024, o atacante Wissam Ben Yeder assinou com um novo clube, nesta segunda-feira (8). O ex-atleta da Seleção da França vai atuar pela segunda divisão da Turquia com o Sakaryaspor.
Desde que deixou o Mônaco, em maio do ano passado, o jogador de 35 anos estava sem clube. Já no início de abril de 2025, Yeder assinou com o Sepahan SC do Irã, e recomeçou sua carreira como atleta.
A condenação do ex-atacante da França foi de dois anos de prisão. No entanto, a pena foi suspensa em novembro de 2024 depois do jogador recorrer à decisão.
Na semana passada, Ben Yedder também foi condenado a uma multa de 90.000 euros, ou seja, R$574 mil, por violência psicológica contra sua esposa. O casal está em processo de divórcio.
O Tribunal Penal de Nice condeenou, nesta terça-feira (12), Wissam Ben Yedder, ex-atacante do Mônaco, considerado culpado das acusações de estupro e agressão sexual contra duas jovens de 19 e 20 anos. O atleta teve 2 anos de prisão suspensa e só poderá ser preso caso descumpra as leis da França.
Além disso, o jogador deve pagar uma multa de 6,5 mil euros (R$ 39,9) às vítimas e ficará 6 meses sem a sua carteira de habilitação.
A situação que aconteceu no dia 10 de julho na cidade de Beausolei, também cita o irmão de 25 anos de Ben Yedder na acusação.
O atleta já havia sido acusado de agressão sexual contra uma jovem de 23 anos, em setembro. Ele foi detido pela polícia em estado de embriaguez, segundo o jornal "L'Équipe".
Já em 2023, Ben foi condenado a 6 meses de prisão pelo tribunal de Sevilha, por conta de delito fiscal. Contudo, em acordo, a pena foi suspensa por dois anos sem cometer novas infrações.
O francês era responsável por ser capitão da equipe do Mônaco e o camisa 10 do time. Na sua carreira no futebol, foi revelado pelo Toulouse, em 2010, e foi transferido para o Sevilla, em 2016.
Personagem na goleada do 7 a 1 sofrida pela Alemanha na Copa do Mundo de 2014, o zagueiro Dante Bonfim, natural de Salvador, Bahia, falou sobre o trauma que viveu após a goleada que completará 10 anos neste ano. Apesar de ser multicampeão pelo Bayern de Munique, o defensor relatou em entrevista ao Globo Esporte que sofre uma pressão excessiva após a atuação da Seleção Brasileira na Copa de 2014.
"Eu acho injusto, às vezes. Depois da Copa do Mundo eu tive vários momentos legais, bonitos, que as pessoas poderiam procurar saber e poderiam dar informação. Fiquei um tempão para tirar essa parada do meu coração", contou Dante.
"Até hoje dói. Se tem uma coisa que me dói é falar dessa m*****. Estou na Europa há 20 anos. Eu carrego a bandeira brasileira. Sou o jogador mais velho da França e ninguém nunca sabe disso", concluiu.
A Copa do Mundo de 2014 ficou marcada negativamente na história de muitos brasileiros. Na ocasião, Dante era reserva de Thiago Silva, que foi suspenso na partida contra a Alemanha. O zagueiro baiano substitiu o camisa 3 e participou do evento que muitos consideram como a maior derrota da história do futebol brasileiro. Dante também afirma que a responsabilidade dos atletas ficou ainda maior quando os torcedores misturaram política com futebol. 2013 e 2014 foram anos marcados por diversas manifestações políticas por parte da população em todo o Brasil.
"Eu compreendo a frustração e a dor de todos os brasileiros. A nossa em campo foi muito pior, pode ter certeza. As pessoas acharam que a gente ficou curtindo a vida. A gente é chateado com isso até hoje", desabafou o zagueiro.
"Também teve um peso que foi colocado nessa Copa, que ludibriou muito a cabeça do povo, que achou que o futebol brasileiro ia salvar o país. Não tem como", completou.
Em defesa dos companheiros, Dante afirma que todos seguiram em frente após a derrota nas semis. O jogador considera que deu a volta por cima na carreira e hoje tem o status de jogador mais experiente do futebol francês. O zagueiro descarda uma aposentadoria no momento e se diz ambicioso no meio futebolístico. Antes de encerrar a carreira e planejar a sua carreira como treinador, Dante possui o sonho de jogar no Bahia.
"O meu plano é de seguir jogando. Tive uma conversa breve com o Nice. Demonstraram interesse de renovar o contrato por mais um ano. Estamos neste processo. A única coisa que me faria sair daqui um dia seria realizar o sonho de jogar pelo Bahia, que é meu time de coração, o Esquadrão de Aço", revelou.
O meio-campista Alexis Beka Beka, jogador do francês Nice, está ameaçando, nesta manhã de sexta-feira (29), pular de um viaduto de 100 metros, numa estrada na França. A informação é de veículos de comunicação europeus. Autoridades do país já estão no local para convencer o atleta a desistir da ideia.
Além de policiais e bombeiros da França, o psicólogo do Nice também está no local. O clube ainda não de pronunciou, mas já cancelou as entrevistas coletivas do técnico Francesco Farioli e do zagueiro Todibo que estavam programadas para esta sexta.
Alexis Beka Beka tem 22 anos e está no Nice desde a temporada passada, após experiência no Lokomotiv, da Rússia. O atleta foi revelado no Caen, da França. A equipe francesa é a segunda colocada na tabela de classificação do campeonato nacional com 12 pontos, atrás do Brest que tem 13. O time entra em campo neste domingo (1º), às 10h no horário de Brasília, para receber a visita do líder.
Com direção de James Watkins, o longa americano retrata uma investigação policial de uma explosão em Paris. Um agente da CIA é enviado à cidade para impedir que um jovem francês prepare o atentado no dia 14 de julho. Estrelado por Idris Elba (Luther) e Richard Madden (Game of Thrones), o filme ainda não tem previsão de estreia no Brasil.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Não tenho que justificar nada para ninguém".
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL) ao comentar sobre a sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro, preso no caso do Banco Master. Em coletiva realizada em frente ao Quartel-General da Polícia Militar do Rio, onde acompanhou a entrega de armamentos e viaturas, o parlamentar afirmou que não precisava avisar a aliados sobre sua relação com Vorcaro.