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Segundo o The New York Times, os EUA barraram os vistos de dois agentes da Polícia Federal que atuariam em Miami e Nova York. Em contrapartida,o Brasil impediu a entrada de um oficial americano que trabalharia no país. O jornal enxerga a troca de restrições como um impasse para a cooperação dos dois países contra o crime organizado.
O governo dos EUA também recusou a visita de quase 12 servidores da Receita Federal brasileira a Washington para ações contra lavagem de dinheiro e tráfico de armas. O desgaste ocorre após uma série de retaliações diplomáticas entre os dois países.
Em maio, Lula apresentou a Donald Trump um plano conjunto para combater facções criminosas e bloquear o envio de armas, mas não recebeu resposta. No mesmo período, os EUA classificaram as duas maiores facções brasileiras como organizações terroristas.
Segundo o NYT, a decisão prejudicou investigações sigilosas da Polícia Federal ao expor suspeitos que estavam sendo monitorados.
Apesar da crise, Brasil e EUA ainda mantêm algumas ações de segurança, como o compartilhamento de alertas sobre contêineres suspeitos. A reportagem afirma, porém, que o Brasil ficou fora de novas iniciativas regionais dos EUA e que o afastamento entre os governos dificulta o combate ao crime organizado.
A cada ano, o jornal americano The New York Times compartilha uma lista com os atores que se destacaram por uma atuação excepcional. Neste ano de 2025, o nome do ator baiano Wagner Moura compõe a lista.
A lista conta com grandes nomes de Hollywood, como Kirsten Dunst, Liam Neeson e Jacob Elordi, e é acompanhada por depoimentos dados ao jornal. Único brasileiro da seleção americana, Wagner revelou sempre se esforça para incorporar algo de si em seus personagens.
“É como compartilhar algo sobre mim mesmo, algo em que acredito. Sou uma pessoa muito política e, claro, isso se manifesta nas coisas que faço. Arte e política estão muito próximas”, declarou o ator.
Indicado ao prêmio de “Melhor Ator” no Globo de Ouro, o ator é uma das apostas para o Oscar 2026 devido ao seu trabalho no filme “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho.
O filme do diretor pernambucano Kleber Mendonça Filho, “O Agente Secreto”, protagonizado pelo ator baiano Wagner Moura entrou para uma lista de melhores filmes de 2025. Dessa vez, a produção foi eleita pelo jornal americano The New York Times.
A lista foi composta por 10 produções através de análises de Manohla Dargis e Alissa Wilkinson, críticas de cinema. O filme brasileiro aparece na oitava posição do ranking.
“O novo trabalho de Mendonça Filho acompanha Marcelo [Wagner Moura] enquanto ele se esconde nessa fuga surpreendente e deliberadamente nada formulaica”, dizia a crítica americana.
A lista é liderada por “Pecadores”, de Ryan Coogler, que elogiou o filme brasileiro e a atuação de Alice Carvalho na produção. Em um encontro casual com o jornalista brasileiro Rodrigo Salem, durante uma festa em Hollywood, o diretor Ryan Coogler revelou ter se impressionado com um novo longa brasileiro: O Agente Secreto.
O documentário brasileiro "Democracia em Vertigem", de Petra Costa, foi incluído pelo New York Times em uma lista divulgada nesta quinta-feira (27), com os melhores filmes de 2019 (clique aqui). Além do filme nacional, na lista figuram outros sete títulos: "The Souvenir", "The Last Black Man in San Francisco", "Her Smell", "Gloria Bell", "Booksmart", "Rolling Thunder Revue" e "Transit".
Para o jornal norte-americano, o documentário "analisa a política brasileira —dois presidentes recentes em desgraça, o atual inclinando ao autoritarismo— a partir do ponto de vista indignado da cineasta Petra Costa".
Disponível desde 19 de junho na Netflix, “Democracia em Vertigem” narra os eventos que transformaram o Brasil nos últimos anos, desde o impacto das manifestações de 2013, passando pelo impeachment de Dilma Rousseff e pela prisão de Lula, até a eleição de Jair Bolsonaro, em 2018.

No texto, Dylan Farrow questionou a participação de atores famosos nos filmes de Allen e sua indicação para o Oscar. "Por muito tempo, a aceitação de Woody Allen me silenciou", escreveu. "Parecia uma censura pessoal, como se os prêmios e elogios fossem uma maneira de me dizer para calar a boca e ir embora", acrescentou. A atriz Cate Blanchett, vencedora do Globo de Ouro por seu papel em "Blue Jasmine", comentou o caso. "Obviamente tem sido uma situação longa e dolorosa para a família e eu espero que cheguem a uma resolução em paz", disse.
Esta foi a primeira vez que Dylan Farrow escreveu sobre o assunto. Aos 28 anos, a mulher afirmou que Allen levou-a a um sótão em sua casa quando ela tinha 7 anos de idade. "Ele me disse para deitar de costas e brincar com o trem elétrico de meu irmão. Então ele abusou de mim sexualmente", disse Dylan Farrow.
Mia Farrow, que era namorada de longa data de Allen, se separou do cineasta em 1992 em meio a revelações de que Allen teve um caso com a filha adotiva de Farrow, Soon-Yi, então com 22 anos. Na época da separação, Mia Farrow acusou Allen de abusar de Dylan, que tinha sido adotada por Allen. O cineasta nunca foi preso ou processado no caso, mesmo depois de uma investigação da polícia estadual em Connecticut, onde Mia Farrow e seus filhos viviam.
Assista ao trailer:
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.