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A cada ano, o jornal americano The New York Times compartilha uma lista com os atores que se destacaram por uma atuação excepcional. Neste ano de 2025, o nome do ator baiano Wagner Moura compõe a lista.
A lista conta com grandes nomes de Hollywood, como Kirsten Dunst, Liam Neeson e Jacob Elordi, e é acompanhada por depoimentos dados ao jornal. Único brasileiro da seleção americana, Wagner revelou sempre se esforça para incorporar algo de si em seus personagens.
“É como compartilhar algo sobre mim mesmo, algo em que acredito. Sou uma pessoa muito política e, claro, isso se manifesta nas coisas que faço. Arte e política estão muito próximas”, declarou o ator.
Indicado ao prêmio de “Melhor Ator” no Globo de Ouro, o ator é uma das apostas para o Oscar 2026 devido ao seu trabalho no filme “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho.
O filme do diretor pernambucano Kleber Mendonça Filho, “O Agente Secreto”, protagonizado pelo ator baiano Wagner Moura entrou para uma lista de melhores filmes de 2025. Dessa vez, a produção foi eleita pelo jornal americano The New York Times.
A lista foi composta por 10 produções através de análises de Manohla Dargis e Alissa Wilkinson, críticas de cinema. O filme brasileiro aparece na oitava posição do ranking.
“O novo trabalho de Mendonça Filho acompanha Marcelo [Wagner Moura] enquanto ele se esconde nessa fuga surpreendente e deliberadamente nada formulaica”, dizia a crítica americana.
A lista é liderada por “Pecadores”, de Ryan Coogler, que elogiou o filme brasileiro e a atuação de Alice Carvalho na produção. Em um encontro casual com o jornalista brasileiro Rodrigo Salem, durante uma festa em Hollywood, o diretor Ryan Coogler revelou ter se impressionado com um novo longa brasileiro: O Agente Secreto.
O documentário brasileiro "Democracia em Vertigem", de Petra Costa, foi incluído pelo New York Times em uma lista divulgada nesta quinta-feira (27), com os melhores filmes de 2019 (clique aqui). Além do filme nacional, na lista figuram outros sete títulos: "The Souvenir", "The Last Black Man in San Francisco", "Her Smell", "Gloria Bell", "Booksmart", "Rolling Thunder Revue" e "Transit".
Para o jornal norte-americano, o documentário "analisa a política brasileira —dois presidentes recentes em desgraça, o atual inclinando ao autoritarismo— a partir do ponto de vista indignado da cineasta Petra Costa".
Disponível desde 19 de junho na Netflix, “Democracia em Vertigem” narra os eventos que transformaram o Brasil nos últimos anos, desde o impacto das manifestações de 2013, passando pelo impeachment de Dilma Rousseff e pela prisão de Lula, até a eleição de Jair Bolsonaro, em 2018.

No texto, Dylan Farrow questionou a participação de atores famosos nos filmes de Allen e sua indicação para o Oscar. "Por muito tempo, a aceitação de Woody Allen me silenciou", escreveu. "Parecia uma censura pessoal, como se os prêmios e elogios fossem uma maneira de me dizer para calar a boca e ir embora", acrescentou. A atriz Cate Blanchett, vencedora do Globo de Ouro por seu papel em "Blue Jasmine", comentou o caso. "Obviamente tem sido uma situação longa e dolorosa para a família e eu espero que cheguem a uma resolução em paz", disse.
Esta foi a primeira vez que Dylan Farrow escreveu sobre o assunto. Aos 28 anos, a mulher afirmou que Allen levou-a a um sótão em sua casa quando ela tinha 7 anos de idade. "Ele me disse para deitar de costas e brincar com o trem elétrico de meu irmão. Então ele abusou de mim sexualmente", disse Dylan Farrow.
Mia Farrow, que era namorada de longa data de Allen, se separou do cineasta em 1992 em meio a revelações de que Allen teve um caso com a filha adotiva de Farrow, Soon-Yi, então com 22 anos. Na época da separação, Mia Farrow acusou Allen de abusar de Dylan, que tinha sido adotada por Allen. O cineasta nunca foi preso ou processado no caso, mesmo depois de uma investigação da polícia estadual em Connecticut, onde Mia Farrow e seus filhos viviam.
Assista ao trailer:
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.