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nervo frenico
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) retornou ao centro cirúrgico após um novo episódio de crise de soluços nesta terça-feira (30). Ele está internado no Hospital DF Star, em Brasília, desde o dia 24 de dezembro e, desde então, já passou por três procedimentos cirúrgicos para conter os soluços constantes persistentes.
O reencaminhamento do ex-presidente ao centro de intervenções foi anunciado pela ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, em publicação nas redes sociais. Segundo ela, Jair Bolsonaro retornou a ter as crises de soluço durante a manhã desta terça, por volta das 10h, um dia após ele passar pelo procedimento de bloqueio do nervo frênico na tentativa de conter os soluços.
"Meu amor apresentou quadro de soluços às 10h, que não cessaram até o momento. Diante isso, a equipe médica optou pela realização de um reforço no bloqueio do nervo frênico. Ele acaba de ser encaminhado ao centro cirúrgico. Seguimos enfrentando dias difíceis e contamos com as orações de todos", afirmou Michelle.
Desde o dia 24 de dezembro, o ex-presidente está internado no DF Star. Ele deu entrada para fazer uma cirurgia de hérnia inguinal bilateral, realizada no dia seguinte sem intercorrências.
A cirurgia de hérnia foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, após pedido da defesa.
No último sábado (27), Bolsonaro passou por cirurgia para o bloqueio do nervo frênico no lado esquerdo e nesta segunda realizou o procedimento do lado direito.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.