Artigos
E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?
Multimídia
Mansur diz que candidatura feminina no PSOL deve ser decidida pelas mulheres
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
neonergia coelba
Uma operação especial da Neoenergia Coelba no mês de julho em Feira de Santana flagrou uma academia de alto padrão e três frigoríficos em crime de furto de energia elétrica. A informação foi divulgada neste sábado (9).
Segundo a empresa, a energia recuperada pela ação somou 500 mil quilowatts/hora, volume suficiente para abastecer cerca de 10 mil residências por 15 dias. A operação teve como foco combater fraudes em unidades comerciais mapeadas.
Flagrados na prática criminosa, os estabelecimentos foram obrigados a pagar pelo consumo não medido, com acréscimo de multa e juros. Os responsáveis também poderão responder a inquérito policial.
Ainda segundo a companhia, as ligações clandestinas, feitas por profissionais não autorizados, trazem risco de acidentes e sobrecarregam as redes elétricas, o que causa interrupções no fornecimento. Além disso, o furto de energia representa prática de comércio desleal, já que os infratores obtêm vantagem indevida ao não pagar pelo consumo.
“Furtar energia não compensa. Identificamos a ligação clandestina e o infrator será responsabilizado por tudo que deixou de medir”, afirmou Madson Melo, gerente de Gestão da Receita da Neoenergia Coelba.
O furto de energia é crime previsto no artigo 155 do Código Penal Brasileiro, com pena de até oito anos de reclusão. A prática é ilegal, coloca vidas em risco e pode causar interrupções no fornecimento para toda a região.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.