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neonergia coelba
Uma operação especial da Neoenergia Coelba no mês de julho em Feira de Santana flagrou uma academia de alto padrão e três frigoríficos em crime de furto de energia elétrica. A informação foi divulgada neste sábado (9).
Segundo a empresa, a energia recuperada pela ação somou 500 mil quilowatts/hora, volume suficiente para abastecer cerca de 10 mil residências por 15 dias. A operação teve como foco combater fraudes em unidades comerciais mapeadas.
Flagrados na prática criminosa, os estabelecimentos foram obrigados a pagar pelo consumo não medido, com acréscimo de multa e juros. Os responsáveis também poderão responder a inquérito policial.
Ainda segundo a companhia, as ligações clandestinas, feitas por profissionais não autorizados, trazem risco de acidentes e sobrecarregam as redes elétricas, o que causa interrupções no fornecimento. Além disso, o furto de energia representa prática de comércio desleal, já que os infratores obtêm vantagem indevida ao não pagar pelo consumo.
“Furtar energia não compensa. Identificamos a ligação clandestina e o infrator será responsabilizado por tudo que deixou de medir”, afirmou Madson Melo, gerente de Gestão da Receita da Neoenergia Coelba.
O furto de energia é crime previsto no artigo 155 do Código Penal Brasileiro, com pena de até oito anos de reclusão. A prática é ilegal, coloca vidas em risco e pode causar interrupções no fornecimento para toda a região.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.