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Priscila Costa, vereadora de Fortaleza e candidata à reeleição para a Câmara dos Deputados pelo PL do Ceará, afirmou nesta terça-feira (29) que não foi consultada pela cúpula do partido sobre a possibilidade de integrar a chapa presidencial de Flávio Bolsonaro (PL) como vice.
A informação foi revelada pela coluna de Igor Gadelha do portal Metrópoles. Segundo o veículo, Priscila disse não ter tido, até o momento, qualquer conversa sobre o tema e garantiu estar inteiramente dedicada à sua campanha para deputada federal. "Fico feliz quando sou lembrada. Estou completamente focada na minha reeleição como deputada federal pelo Ceará. Esse tem sido meu único alvo, meu compromisso com o meu estado", revela a vereadora.
NOS BASTIDORES
O nome de Priscila passou a circular como possível vice de Flávio Bolsonaro depois que legendas do Centrão sinalizaram neutralidade na disputa presidencial. O PP comunicou ao presidente Lula que sua federação com o União Brasil não tomará partido na eleição, para preservar alianças regionais.
Nos bastidores, a eventual indicação de Priscila Costa é interpretada também como um aceno à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. O gesto viria após Flávio publicar um vídeo pedindo desculpas à madrasta. O senador ainda mantém aberta outra frente para a vice-presidência. Há a possibilidade de convencer o Republicanos a indicar Daniella Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal, para a posição. A sigla, no entanto, ainda debate se formalizará ou não uma aliança com o PL.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
ACM Neto
"Tentativa de interferir no processo eleitoral com a criação e divulgação de factoides e insinuações mentirosas e falsas, através de vazamentos seletivos, que buscam associar indevidamente meu nome a situações que nunca tive envolvimento".
Disse o candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil) ao se pronunciar sobre o pedido da Polícia Federal (PF) para realizar uma busca e apreensão relacionada a ele no âmbito da 10ª fase da Operação Overclean, deflagrada nesta quinta-feira (17). A medida, no entanto, foi negada pelo ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF).