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A NBA confirmou que o prêmio de Jogador Mais Valioso (MVP) da temporada será, pelo oitavo ano consecutivo, entregue a um atleta estrangeiro. Os finalistas anunciados são Shai Gilgeous-Alexander (canadense), Nikola Jokic (sérvio) e Victor Wembanyama (francês).
A sequência reforça o crescimento da presença internacional na liga. O último norte-americano a conquistar o prêmio foi James Harden, na temporada 2017/2018. Desde então, o troféu ficou com nomes como Giannis Antetokounmpo (2019 e 2020), Jokic (2021, 2022 e 2024), Joel Embiid (2023) e o próprio Shai (2025).
O impacto dos jogadores internacionais também se reflete nas seleções ideais da liga. Na temporada do título de Harden, o quinteto principal era formado apenas por atletas dos Estados Unidos. Já nos últimos anos, a presença estrangeira se tornou dominante, com poucos norte-americanos figurando entre os melhores.
Na atual edição, a tendência deve se manter. Quatro das cinco vagas no melhor quinteto da temporada são projetadas para jogadores internacionais, incluindo Luka Doncic, além dos três finalistas ao MVP.
O domínio global aparece ainda nas estatísticas individuais. Doncic liderou a média de pontos, com 33,5 por jogo, enquanto Jokic foi destaque em rebotes (12,9) e assistências (10,7). Já Wembanyama terminou como líder em tocos, com média de 3,1 por partida, e também figura entre os candidatos ao prêmio de Defensor do Ano.
Outros prêmios individuais da temporada também devem seguir a tendência internacional, com nomes estrangeiros cotados em categorias como Melhor Defensor, Jogador Clutch e Jogador que Mais Evoluiu. Já as premiações de Novato do Ano e Sexto Homem tendem a permanecer com atletas norte-americanos.
Em entrevista ao podcast BN na Bola nesta terça-feira (14), o pugilista baiano Keno Marley, consolidado como um dos principais nomes do boxe nacional, relembrou sua trajetória nos Jogos Olímpicos de Tóquio (2020) e Paris (2024), avaliando seu desempenho nas competições.
Sobre a participação em Tóquio, o atleta falou sobre a pouca idade, apesar da boa preparação. “Eu era muito novo, completei 21 anos durante os Jogos. Mas eu estava bem preparado”, afirmou. Ele relembrou a derrota apertada e a repercussão do resultado. “Foi uma luta de resultado dividido, 3 a 2. Todos os cinco árbitros dividiram o placar e deram a vitória para o britânico. Teve aquela comoção, o pessoal falando que achava que eu tinha ganhado. Naquele momento, eu também achei que tinha sido melhor”, explicou.
Keno destacou que preferiu transformar a frustração em evolução. “Eu tinha duas opções, ficar nessa de que eu tinha ganhado a luta ou assumir que cometi erros que custaram caro. Foi o que eu fiz”, pontuou. Segundo ele, a postura refletiu no ciclo seguinte, quando chegou à final do Mundial. “Logo em seguida, fui para o Campeonato Mundial e fiz uma final. Tinha muito tempo que o Brasil não conquistava isso no masculino”.
Já sobre os Jogos Olímpicos de Paris 2024, o baiano afirmou ter vivido seu melhor momento técnico. “Foi um ciclo em que eu fui muito bem. Fiz mais de 50 lutas e tive o melhor aproveitamento do Brasil”, disse. Apesar disso, voltou a ser eliminado na luta que valia medalha. “Aquilo ali, para mim, foi muito duro. O adversário foi melhor, foi bem superior”, reconheceu.
Com o título olímpico da juventude em 2018, o vice-campeonato mundial em 2021 e duas pratas em Jogos Pan-Americanos, Keno Marley segue motivado por um objetivo maior. “Ser campeão olímpico é um sonho, mas é mais sobre entrar para a história”, concluiu.
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Um dos principais nomes do boxe nacional na atualidade, Keno Marley comentou, em entrevista ao BN na Bola nesta terça-feira (14), sobre a sua transição para o boxe profissional. Aos 24 anos, o baiano, que disputou os ciclos olímpicos de Tóquio 2020 e Paris 2024, assinou com a Most Valuable Promotions (MVP), empresa do influenciador e pugilista Jake Paul, para estrear na categoria peso-cruzador.
Embora reconheça as semelhanças, Keno destaca que a dinâmica muda entre as modalidades. “Fui para dois Jogos Olímpicos, dois Jogos Pan-Americanos, enfim, Mundial, vários eventos. E após Paris, surgiu essa conversa: 'Pô, que tal a gente tentar fazer lutas no boxe profissional, o que acha?'. Querendo ou não, é a mesma modalidade, porém um esporte diferente. E aí eu gosto de desafios. Já me desafiei bastante no boxe olímpico e aí surgiu essa ideia”.
A estreia de Keno no boxe profissional aconteceu em um "supercard" que contou com nomes como Anthony Joshua e Anderson Silva. Sobre o convite da MVP, o brasileiro revelou que a dedicação de Jake Paul ao esporte serviu de inspiração.
“Na mesma hora eu falei: 'Cara, é isso aí, eu acho que eu estou pronto para iniciar nesse grande palco que o Jake Paul vem promovendo'. Hoje o cara é atleta profissional de boxe. Ele fez essa mudança e eu falei: 'Pô, se o Jake Paul está conseguindo, eu também posso. Já sou profissional no olímpico, né?'. Acho que é o momento”, afirmou.
Segundo o boxeador, a principal diferença entre as práticas está no tempo de luta. No boxe olímpico, são três rounds de três minutos, com um minuto de intervalo. Já no profissional, a disputa começa com quatro, podendo chegar a 12 rounds, também com um minuto de descanso entre eles.
“O olímpico é muito mais intenso, mais explosivo e mais rápido devido ao tempo mais curto. O sistema de disputa também é diferente: no olímpico, é eliminatória simples, então são três ou quatro lutas em um campeonato. Já no boxe profissional, as lutas são casadas, a preparação é específica para o adversário, a luta é mais cadenciada e tem que ser mais assertiva”, explicou.
Natural de Conceição do Almeida, no Recôncavo Baiano, Keno Marley já foi campeão olímpico da juventude em 2018, vice-campeão mundial em 2021 e conquistou duas medalhas de prata em Jogos Pan-Americanos (2019 e 2023).
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Na última quarta-feira (8) o sérvio Nikola Jokic foi eleito o MVP (Most Valuable Player, em português Jogador Mais Valioso) da NBA, a liga de basquete dos Estados Unidos.
O pivô do Denver Nuggets se tornou o nono jogador e o primeiro estrangeiro a conquistar o prêmio três vezes. O sérvio já havia vencido em 2021 e 2022. Na carreira, ele ainda soma um Finals MVP (prêmio dado para o melhor jogador das finais da NBA) e um título da liga, conquistado em 2023.
Agora, Nikola Jokic volta às quadras nesta sexta-feira (10), contra o Minnesota Timberwolves, pelo terceiro jogo da série. No confronto, disputado em melhor de 7 jogos, o Denver está perdendo por 2 a 0.
O pivô camaronês do Philadelphia 76ers, Joel Embiid, atual MVP (prêmio para melhor jogador da temporada) da NBA, escolheu defender a seleção dos Estados Unidos nas Olimpíadas de Paris, em 2024. A informação foi publicada nesta quarta-feira (5) pelo site "The Athletic" e o jogador de 29 anos tinha também a possibilidade de jogar por Camarões ou França.
Nascido na capital de Camarões, Yaoundé, Embiid se mudou para os Estados Unidos com 16 anos para seguir a carreira no basquete. Em julho de 2022, o pivô recebeu a cidadania francesa e, em setembro do mesmo ano, se tornou um cidadão dos Estados Unidos.
Além de Embiid, outras estrelas da NBA já confirmaram presença na equipe estadunidense nos Jogos Olímpicos de Paris. São os casos de Lebron James, do Los Angeles Lakers, Stephen Curry, do Golden State Warriors, e Kevin Durant, do Phoenix Suns.
Na última Copa do Mundo de Basquete, disputada entre agosto e setembro deste ano, a seleção dos Estados Unidos terminou apenas na quarta colocação, eliminada pela Alemanha, nas semifinais, por 113 a 111. Na disputa pelo terceiro lugar, os Estados Unidos foram batidos pelo Canadá por 172 a 118. Na final, o time alemão venceu a Sérvia por 83 a 77.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ciro Nogueira
"Tentam parar de todas as formas quem lidera as pesquisas de intenção de votos. Isso aconteceu comigo em 2018, faltando 15 dias para a eleição".
Disse o presidente nacional do partido Progressistas e senador piauiense Ciro Nogueira se pronunciou após ser alvo de uma operação da Polícia Federal (PF) que apura suposto envolvimento do parlamentar com o Banco Master, instituição ligada a um esquema de fraudes.