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museu olimpico
Um incêndio registrado na madrugada desta quarta-feira (8) no Velódromo do Parque Olímpico, no Rio de Janeiro, provocou danos pontuais em uma área do Museu Olímpico. Segundo o prefeito Eduardo Cavaliere (PSD), o acervo principal não foi afetado.
De acordo com o gestor municipal, o impacto se restringiu a uma sala imersiva do museu, sem prejuízo às peças expostas. “Em relação ao Museu Olímpico, uma área muito pontual foi impactada, todo o acervo preservado. O Museu Olímpico tem seguro em todos os itens, em todos os equipamentos. Então, com relação ao Museu Olímpico, realmente já foi identificado, já foi avaliado”, afirmou.
As causas do incêndio ainda serão investigadas por meio de perícia técnica. Informações preliminares indicam que as chamas começaram em uma área de apoio do museu e se propagaram até a cobertura do velódromo. A estrutura conta com uma manta de proteção projetada para conter o avanço do fogo.
Esta não é a primeira ocorrência no local. Em 2017, o velódromo já havia sido atingido por um incêndio que também comprometeu a cobertura. Na ocasião, o incidente foi provocado pela queda de um balão sobre a estrutura.
Construído para os Jogos Olímpicos de 2016, o velódromo recebeu as provas de ciclismo de pista e foi a última instalação concluída para o evento, ao custo de R$143 milhões. Após a competição, o espaço passou a ser utilizado para atividades esportivas e de lazer.
Atualmente, o complexo atende cerca de 4 mil pessoas, a partir dos seis anos de idade, oferecendo 33 modalidades, entre elas vôlei, basquete, ginástica, ciclismo, jiu-jitsu, judô, beach tennis e handebol.
Os uniformes usados pelos porta-bandeiras Lucas Pinheiro Braathen e Nicole Silveira, bem como as roupas dos demais membros da delegação brasileira na Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026, foram doados ao Museu Olímpico do Comitê Olímpico Internacional (COI), localizado em Lausanne, na Suíça.
A doação das peças foi realizada em uma cerimônia na Casa Brasil, em Milão, pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB). Estiveram presentes tanto oficiais da delegação brasileira quanto representantes do Museu Olímpico.
"O COI entrou em contato com a gente dizendo que o nosso uniforme estava na wishlist deles e que seria fundamental tê-lo como parte do acervo olímpico internacional. Ficamos muito orgulhosos de ver o Brasil sendo representado, agora também, com uma peça de Jogos de Inverno", declarou Manoela Penna, diretora de Comunicação, Marketing e Valores Olímpicos do COB.
O design das roupas foi assinado pelo estilista brasileiro Oskar Metsavaht e pela grife Moncler, sob a direção criativa de Remo Ruffini. Enquanto os porta-bandeiras trajavam a peça principal, os demais membros da delegação do Time Brasil vestiam casacos na cor azul-marinho, com destaque para os chapéus. O casaco branco possuía, na parte interna, a bandeira do Brasil estilizada.
“É muito emocionante para o COB realizar essa doação para o Museu Olímpico. É um marco significativo que mostra que o Brasil foi protagonista destes Jogos Olímpicos de Inverno. Essa peça viralizou e impactou o público presente no estádio da cerimônia de abertura. Portanto, termos mais uma peça de um atleta brasileiro exposta no museu é muito importante para o COB”, concluiu Marco La Porta, presidente do COB.
Outras duas peças do Time Brasil já estão em exibição no museu em Lausanne: o uniforme de Jackie Silva, da conquista do ouro no vôlei de praia em Atlanta 1996, e o collant usado por Rebeca Andrade para o ouro no solo em Paris 2024
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Charles Fernandes
"Não foi a melhor estratégia, em breve tudo restará esclarecido".
Disse o deputado federal Charles Fernandes (PSD) ao rebater nesta quinta-feira (22), os desdobramentos da ação judicial envolvendo emendas parlamentares originalmente destinadas pelo ex-deputado federal Otto Alencar Filho, atual conselheiro do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA) no Superior Tribunal de Justiça (STJ).