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mulher quilombola
Thainara dos Santos, uma mulher quilombola da comunidade de Acutinga Motecho, em Cachoeira, está desaparecida desde a última quarta-feira (09). A família registrou um boletim de ocorrência e está desesperada em busca de informações sobre seu paradeiro e o da filha de 2 anos, que também está desaparecida.
Segundo informações do g1 Bahia, a mãe de Thainara, Analice, relatou que a filha saiu de casa com destino à cidade de Cachoeira e não foi mais vista. "Eu vim em um ônibus da zona rural com ela, mas eu desci em uma rua em frente ao mercado e ela continuou. Depois eu não vi mais ela. Ela deixou uma filha de 11 anos sozinha, de outro relacionamento", relata a mãe.
A mãe de Thainara expressou sua preocupação com a filha de 2 anos: "Se ela não retornasse, entraria em contato para tomar conta da menina. Ela nunca faria isso".
O irmão de Thainara, Denivaldo, afirmou ter visto a jovem pela última vez em uma praça, acompanhada do companheiro. A família denuncia que o homem, com quem Thainara teve uma filha de 2 anos e 3 meses, praticou violência doméstica e levou diversos objetos da casa, incluindo até mesmo a filha do casal. "Ele levou tudo de dentro de casa, até torneira, tanque, bujão de gás. Ele não teve nem respeito pela filha de 2 anos", desabafou a mãe.
Inicialmente, Thainara havia registrado um boletim de ocorrência contra o companheiro e solicitado uma medida protetiva. Posteriormente, porém, ela solicitou ao Ministério Público da Bahia (MP-BA) que arquivasse o caso
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Júlio Pinheiro
“Eu acho que na democracia cabe a representação de qualquer forma, desde que ela seja validada pelas urnas. Eu entendo que a rede social é um instrumento, ela não pode ser a base política, porque a base política ela precisa expressar anseios da sociedade que sejam calcados em coisas concretas, certo?".
Disse o deputado estadual eleito Júlio Pinheiro (PT), ao comentar em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na Antena 1 Salvador (100.1) nesta segunda-feira (21), sobre a popularização da modalidade de “políticos influencers”, aqueles parlamentares que se elegem com forte apelo das redes sociais e conteúdos virais. Segundo o ex-prefeito de Amargosa, “na democracia cabe a representação de qualquer forma”, mas é necessário avaliar o conteúdo produzido e incentivado pelos candidatos nas redes sociais.