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morte de pessoas trans
Marcada pelo assassinato de pessoas LGBTQIA+ - foram seis crimes letais contra pessoas da comunidade desde 2014 - Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia, está no radar da Coordenação de Políticas para a Juventude (Cojuve), órgão ligado à Secretaria de Relações Institucionais (Serin) do governo do estado.
Ao Bahia Notícias, nesta segunda-feira (13), o titular da coordenadoria, Nivaldo Millet, afirmou que os crimes, a maioria deles contra mulheres trans e travestis, serão pauta de uma reunião, marcada para acontecer ainda esta semana.
"Vamos construir um grande encontro com a coordenação de Políticas LGBT do governo do estado para, inclusive, identificar de que forma isso se estabelece", revelou, apontando que além dos assassinatos, há um índice alto de violências contra essa população dentro do ambiente domiciliar.
O que tem sido pensado como estratégia, pontuou Millet, é a realização de uma frente de trabalho de conscientização, mas também de proposição junto aos demais órgãos da admnistração estadual. Ele ressaltou que a problemática também é vista em outras regiões.
"Queremos propor para a Secretaria de Segurança Pública (SSP) que se tenha um olhar específico para esse tipo de crime", adiantou o coordenador, acrescentando que deve ser pensado, dentro dessa ação de enfrentamento, uma compreensão e uma dinamização, pensando na aproximação dessas vidas na ocupação de espaços de poder.
Para isso, prometeu o entrevistado, um debate será feito com a Secretaria de Administração (SAEB) a fim de colocar a população trans e travesti nos ambientes institucionais da gestão. "Nós queremos construir políticas públicas que possam oportunizar condições reais de viver e sobreviver, para além da dificuldade do dia-a-dia, de pensar se acorda viva ou não", disse, admitindo a urgência da dinâmica.
Ainda segundo o chefe da Cojuve, a pauta está sendo acompanhada de perto por Jerônimo Rodrigues (PT). "O governador tem acompanhado e tem cobrado relatórios em que a gente consiga apresentar de forma direta qual o desenho disso no estado, não só nessa região, porque percebemos que no Extremo Sul, em regiões rurais, isso também acontece. Vamos fazer o debate para além da cidade, de forma que considere os 417 municípios" relatou.
O diagnóstico da situação, explicou Nivaldo Millet, deverá auxiliar a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos da Bahia (SJDH), responsável por tais atribuições, cobrar dos governos municipais "um olhar mais atento".
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Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu acho que nós fizemos uma campanha aquém da minha possibilidade. Acho que a gente poderia ter feito mais. Eu disse para o Edinho que essa foi a campanha menos organizada que eu participei desde 1989. E normalmente a gente colhe aquilo que a gente planta".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira (7) que a campanha de primeiro turno deste ano foi a menos organizada entre todas as que disputou desde 1989. A declaração foi dada a aliados, ao lado de Edinho Silva, presidente do PT e coordenador da campanha de reeleição do petista.